Director: Júlio Manjate   ||  Directora Adjunta: Delfina Mugabe

O Presidente da República garante que o Governo não vai descansar enquanto parte da população continuar a ser transportada em condições precárias, sem comodidade, dignidade e segurança.

A promessa foi renovada ontem pelo Presidente da República, Filipe Nyusi, discursando na cerimónia de entrega de 204 autocarros a cinco cooperativas de transportadores privados de passageiros que operam nas cidades de Maputo e Matola, nos distritos de Boane e Marracuene, e noutras capitais provinciais.

A cerimónia teve lugar no Estádio Nacional do Zimpeto, na cidade de Maputo.

Apesar dos desafios prevalecentes, o Chefe do Estado referiu-se a ganhos alcançados nos últimos anos, como resultado de uma viragem na abordagem do serviço de transporte público de passageiros, cujos operadores estão agora organizados em cooperativas.

Entre os ganhos apontados por Filipe Nyusi destacam-se a redução, de 2016 a esta parte, do fenómeno de encurtamento de rotas, dos tempos de viagem e do número de viaturas de quinze lugares a operar no sistema.

Intervindo na ocasião, o Ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita, explicou que, em 2015, os operadores que exploram rotas no Grande Maputo tinham capacidade para transportar 60 mil passageiros ao dia, contra uma necessidade estimada em 600 mil pessoas.

Com o esforço que vem sendo empreendido pelo executivo, o sistema já é capaz de transportar 450 mil passageiros por dia, o que corresponde a 75 por cento das necessidades.

Até finais deste semestre o Governo vai entregar outros 70 autocarros, elevando para 511 o número de unidades de transporte público de passageiros disponibilizadas pelo Governo desde a sua tomada de posse, em Janeiro de 2015. Com essa disponibilidade, o serviço estará em condições de transportar 552 mil utentes por dia, muito perto da necessidade real.

Até ao final de 2019, o Executivo espera alocar aos operadores do serviço, um total de mil unidades de transporte de passageiros.

Segundo o Chefe do Estado, o Governo está empenhado em dar respostas cabais ao problema de transporte público urbano, devido à importância que tem na mobilidade de pessoas e bens. O recurso ao transporte público, de acordo com Nyusi, reduz o congestionamento rodoviário e os acidentes de viação, e contribui na luta contra a poluição ambiental.

Reconhecendo que este problema não se resolve apenas com o aumento do número de autocarros nas cidades, Filipe Nyusi recomendou que se encontrem soluções integradas e sustentáveis. A melhoria e aumento de estradas é, segundo o Presidente, um dos aspectos a ter em conta, além da necessidade que há de se proteger grupos especiais de utentes como estudantes, combatentes, idosos e deficientes. 

Castigo Nhamane, presidente da Federação Moçambicana de Transportadores Rodoviários (FEMATRO), reconheceu o esforço do Governo, recomendou o cumprimento do calendário de manutenções, apelou à disciplina dos utentes de modo a conservar os autocarros e defendeu um equilíbrio entre a tarifa e os custos de operação.

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