Director: Júlio Manjate   ||  Directora Adjunta: Delfina Mugabe

Moçambique espera alargar a actual base de relacionamento com o Vaticano e a Comunidade de Sant´Egídio, na perspectiva de estar cada vez mais alinhado com estas duas instituições que intervieram de forma decisiva para a pacificação do país, e que prestam apoio em áreas sociais no país.

Esta é a expectativa da delegação moçambicana, dada a conhecer ontem pelo Ministro dos Negócios e Cooperação, José Pacheco, momentos após a chegada do Presidente da República, Filipe Nyusi, à capital italiana, Roma, para uma visita oficial à Santa Sé.

José Pacheco recordou o papel desempenhado pela Igreja Católica no país, afirmando que o interesse do Governo moçambicano é manter esta cooperação saudável como ingrediente para uma paz efectiva e duradoira.

Neste contexto, segundo ele, o Presidente Nyusi vai partilhar, tanto com o Vaticano, como a Comunidade de Sant´Egídio, informação sobre a actual situação política, económica e social de Moçambique.

Esta é a primeira visita que o Chefe do Estado realiza ao Vaticano, acontecimento que, tanto Moçambique, como o Vaticano aguardavam com alguma expectativa, mas que não acontecia devido a questões de agenda.

Entretanto, segundo o programa para hoje, a que os jornalistas moçambicanos tiveram acesso, o Presidente da República e comitiva deverão chegar à Praça de São Pedro, na área do Vaticano, às 10.15 horas locais (mesma hora de Maputo).

A seguir, o Chefe do Estado será conduzido à biblioteca do Sumo Pontífice, onde será recebido pelo Papa Francisco, com o qual terá um encontro cerca das 10:30 horas.

Nesta ocasião, o estadista moçambicano e o anfitrião procederão à troca de presentes. No final da audiência com o Sumo Pontífice, Nyusi reúne-se com o cardeal Pietro Parolini, o segundo homem do Vaticano.

À tarde, o Presidente tem agendado um encontro com o professor Andrea Ricarddi, fundador da Comunidade de Sant´Egídio e uma das figuras-chave nas negociações que levaram à assinatura do acordo de paz entre o Governo e a Renamo, em 1992.

Aqui, o estadista moçambicano será obsequiado por um almoço, antes de partir para a Rádio Vaticano para uma entrevista com esta emissora da Igreja Católica.

A última actividade pública do Presidente em Roma será o encontro com a comunidade moçambicana, à qual deverá informar sobre os desenvolvimentos em curso no país e ouvir as suas preocupações.

Lázaro Manhiça, em Roma

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