A ADMINISTRAÇÃO Nacional de Estradas (ANE) deve encontrar soluções inovadoras na manutenção de estradas, no contexto das mudanças climáticas, às quais as infra-estruturas do sector não estão imunes.

A recomendação foi feita em Maputo pelo ministro das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos, João Machatine, quando empossava há dias o novo director-geral da ANE, César Macuácua.

“Não é certo que anualmente façamos intervenções nos mesmos troços danificados pelos mesmos problemas. Temos de encontrar soluções tecnológicas que permitam que as nossas vias possam resistir mais”, disse Machatine, desafiando o novo dirigente da ANE a prestar atenção às vias que requerem intervenção imediata.

Lembrou que o país tem uma rede viária de cerca de 30 mil quilómetros, sendo que apenas sete mil estão revestidos. Neste sentido, o governante referiu que é preciso encontrar soluções imediatas que possam fazer com que as estradas asfaltadas sejam um activo para alavancar e financiar os vários projectos da instituição.

“Esta (a ANE) é uma instituição que não funciona de forma isolada, o seu braço financeiro é o Fundo de Estradas, e esperamos que esta complementaridade possa trazer resultados positivos”, disse.

O primeiro resultado, como indicou, tem a ver com a concessão de parte da rede viária, sobretudo a que tem um elevado volume de tráfego, para angariar receitas e investir noutras áreas.

No tocante à componente da reforma institucional, Machatine referiu que a ANE deve ser uma entidade credível, em que os princípios de boa governação estejam vincados.

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