O APRIMORAMENTO dos mecanismos de gestão e distribuição de comida nos centros de reassentamento deve ser encarado com seriedade para que as famílias desalojadas pelo ciclone Idai na Zambézia não passem fome.

Esta foi uma das principais recomendações deixadas ao Governo provincial pelo Primeiro-ministro, Carlos Agostinho do Rosário, no fim da visita de trabalho de três dias no âmbito da monitoria da situação de emergência.

Segundo Carlos Agostinho do Rosário, as instituições envolvidas na distribuição da ajuda de emergência devem garantir a máxima transparência possível, dando comida a quem realmente precisa e evitar desvio para fins ilegais, enquanto famílias ficam dias à espera da sua vez. Falando quinta-feira à noite em conferência de imprensa, Do Rosário disse que o Governo vai distribuir, a partir da próxima semana, semente melhorada diversa, 100 mil enxadas e igual número de catanas, para que os produtores possam recuperar a sua capacidade produtiva na segunda época.

Advertiu que, desta vez, devido à emergência, os insumos serão distribuídos gratuitamente, mas na campanha 2019/2020 os produtores deverão assegurar semente que vão conseguir na segunda época da presente safra, na persperctiva de não estimular a mão estendida.

Outra recomendação deixada pelo governante tem a ver com a celeridade que se deve imprimir na distribuição de “kits” para a reconstrução de casas. Como disse o primeiro-ministro, devem ser casas condignas e razoáveis, para manter as comunidades nas novas áreas de reassentamento, enquanto o Executivo vai criando serviços sociais básicos como a construção de escolas, unidades sanitárias, estradas, arruamentos, corrente eléctrica e água para as famílias suprirem necessidades diárias.

Orientou as lideranças governamentais locais para assumirem maior protagonismo no processo de parcelamento e distribuição de talhões para não gerar conflitos.

Do Rosário aconselhou a população a adaptar-se às mudanças climáticas porque elas vieram para ficar. “Quando o Governo diz que é esta a zona na qual é para ficar, devem compreender que está a ajudar a população. Vocês podem ter duas casas, uma lá onde está a machamba e outra aqui na zona segura”, afirmou o primeiro-ministro quando interagia com a população do distrito da Maganja da Costa, que está isolada desde Março devido às inundações provocadas pelo rio Licungo.

Orientou o Governo provincial da Zambézia a fazer novo levamento das reais necessidades, de modo a ajudar os órgãos centrais a conceberem um relatório único a ser apresentado na conferência internacional de reconstrução pós-cheias a ter lugar próximo mês na cidade da Beira.

O ciclone Idai, cheias e inundações afectaram mais de 100 mil pessoas e fizeram 38 vitimas mortais na província da Zambézia.

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