AS autoridades veterinárias estão a rever as medidas de vigilância e controlo impostas na sequência do registo de um surto da febre aftosa. A nova revisão está orientada para o movimento de animais destinados a criação.

O Comité de Emergência para o Controlo da Febre Aftosa esteve reunido, esta semana, para avaliar a situação epidemiológica e determinar se existem condições para relaxar as medidas de proibição e restrição da movimentação de animais, carnes e derivados das zonas afectadas.

Segundo a Direcção Nacional de Veterinária (DINAV), o movimento de gado e derivados vem sendo realizado em observância às regras impostas pela instituição sobre o transporte e abate de animais das zonas consideradas livres da doença.

“Temos vindo a submeter os animais destinados à movimentação a exames e alguns têm testado positivo. A reunião nos permitiu avaliar quais as medidas devem ser incorporadas na revisão”, avançou fonte do Ministério da Agricultura e Segurança Alimentar (MASA).

Refira-se que desde a sua eclosão, a febre aftosa registou um rápido alastramento devido a dificuldades no controlo do movimento interno de gado e carnes, inspecção dos animais em feiras e viaturas, em comboios até aos locais de abate.

No entanto, nos últimos tempos, a situação estabilizou-se com tendência a estar controlada. A DINAV refere que a estabilização da situação epidemiológica exige melhorias dos níveis de sensibilização e conhecimento da doença pelos criadores, marchantes e o público, para aderirem às medidas de controlo.

Recentemente, as autoridades veterinárias decidiram aliviar as medidas impostas, devido ao registo de um surto da doença na província do Limpopo, na vizinha África do Sul.

O reforço da vigilância ao longo da linha de fronteira e nos postos fronteiriços ao longo das províncias de Maputo e Gaza, para evitar entrada de animais e derivados das zonas com focos da doença, permitiu às autoridades nacionais manter a situação controlada.

A nível nacional, está em curso a vacinação de 450 mil animais das zonas em risco de ocorrência da febre aftosa nas províncias de Maputo, Gaza, Inhambane, Manica, Tete, Sofala e Zambézia.

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