A LINHA férrea de Machipanda, que liga o Porto da Beira e o Zimbabwe, reabriu ontem ao tráfego, depois de dois dias de interrupção forçada pelo descarrilamento de uma composição na região de Vandúzi.

O acidente, ocorrido na estação de Garuso, provocou a morte de quatro agentes de segurança de uma empresa privada que escoltava a composição, que seguia com destino ao vizinho Zimbabwe.

“O pessoal está a fazer o trabalho de reposição da linha onde é possível. A nossa previsão é de até amanhã (hoje) termos a via aberta”, disse Boaventura Mahave, director dos Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM), citado pela agência Lusa.

Entretanto, a empresa reviu em baixa o número de desaparecidos de seis para um, justificando que, de facto, a locomotiva era escoltada por 17 agentes de segurança, dos quais quatro morreram, nove ficaram feridos e três sobreviveram.

“Teremos que trabalhar com muita cautela para ver se encontramos este corpo entre os escombros dos vagões”, disse Boaventura Mahave, salientando que duas gruas deverão ter iniciado ontem a remoção dos vagões e contentores na linha.

A composição, com 34 vagões e três tanques-cisterna carregados de 120 mil litros de diesel, deslizou, provocando o descarrilamento na manhã de quarta-feira, após perder travões na estação de Belasse (Garuso), distrito de Vandúzi, Manica, centro de Moçambique.

“O acidente ainda está a ser investigado”, precisou Boaventura Mahave, assegurando que várias equipas foram mobilizadas para o local.

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