NA catedral maronita de Alepo, o tecto desabou sob uma chuva de obuses e, enquanto a neve caia, Nehmé Badaui e o seu irmão Bachir retiravam dos escombros materiais para construir um presépio.

“Utilizamos quaisquer restos para simbolizar o triunfo da vida sobre a morte”, declarou o pintor Nehmé, 53 anos, citado pela Agência France Presse, que vai juntando galhos de árvores para decorar o presépio na igreja de São Elias na Cidade Velha, no coração de Alepo, palco de quatro anos de combates mortíferos entre rebeldes e forças leais ao regime de Damasco. O exército sírio anunciou quinta-feira ter recuperado o controlo total da segunda cidade da Síria e, pela primeira vez, a minoria católica prepara-se para celebrar uma missa de Natal na sua catedral destruída.

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