O TRIBUNAL Militar de Asiut, no sul do Egipto, condenou à revelia à prisão perpétua 148 alegados islamitas pela destruição do museu da cidade de Malawi, no vale do Nilo, em 2013, noticiou a agência de notícias egípcia.

Os condenados invadiram e queimaram o museu em Agosto de 2013, altura em que o país entrou numa espiral de violência, após a expulsão dos acampamentos de islamitas e apoiantes do Presidente deposto Mohamed Morsi, na capital egípcia. No mesmo processo, o tribunal sentenciou outros 42 detidos a dez anos de prisão, dois a cinco anos e um ano para um adolescente, mas também libertou outros dez suspeitos.


 

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