UM motim iniciado domingo à noite numa prisão da cidade brasileira de Manaus, capital do Estado do Amazonas, provocou 60 mortos, segundo anunciaram as autoridades locais na segunda-feira. O secretário de Segurança Pública, Sérgio Fontes, disse que o motim no Complexo Penitenciário Anísio Jobim se prolongou por cerca de 17 horas.

Para o presidente da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), no Amazonas, Epitácio Almeida, que coordenou as negociações com os prisioneiros e trabalhou para a libertação dos reféns, tratou-se do “maior massacre do sistema prisional” do Estado. As mortes ocorreram depois de um confronto entre facções criminosas pelo domínio das prisões no Estado do Amazonas.

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23.05.2017   Banco de Moçambique

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