A HOLANDA conseguiu colocar um freio na extrema-direita na Europa. As urnas confirmaram a vitória do Partido Popular para a Liberdade e a Democracia (VVD), do actual primeiro-ministro, o liberal de direita Mark Rutte, e revelaram que Geert Wilders, o candidato racista e antieuropeu que chegou a liderar as pesquisas, não obteve tanto apoio como se esperava. Depois do “Brexit” e do êxito que representou para ele a chegada de Donald Trump à Casa Branca, o populismo xenófobo enfrenta, assim, a sua primeira derrota no Ocidente. Quando estavam apurados mais de 95% dos votos, Rutte foi confirmado em primeiro lugar, com 33 cadeiras no Parlamento, distantes porém das 76 necessárias para constituir Governo. A formação de Wilders, o Partido para a Liberdade (PVV), terá 20 cadeiras, uma a mais que os democratas cristãos (CDA) e os liberais de esquerda (D66). Os resultados obrigam Rutte a negociações, que se antevêem duras, com três ou quatro partidos para formar um Executivo que se mantenha por mais quatro anos no poder.

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17.03.2017   Banco de Moçambique

Opinião & Análise

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