OS dissidentes do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), principal formação política da Guiné-Bissau, defenderam a integração de cerca de 200 mil militantes expulsos do partido. Em conferência de imprensa, realizada quarta-feira, Tomás Barbosa, actual ministro do Desporto e Cultura e porta-voz de militantes dissidentes, disse que é errado que a direcção do PAIGC proponha a reintegração apenas dos 15 deputados expulsos. Para Barbosa, a reintegração deve ser para os mais de 200 mil militantes que apoiam a visão do chamado “grupo dos 15”. “A reintegração tem que ser a partir das bases do partido. Há muitos militantes de base, das estruturas intermédias, veteranos, jovens que foram expulsos que devem ser reintegrados”, disse Tomás Barbosa.

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11.10.2017   Banco de Moçambique

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