Director: Júlio Manjate   ||  Directora Adjunta: Delfina Mugabe

Opinião

Politica

A RENAMO ameaçou, sábado, suspender as conversações com o Governo, alegadamente por causa das supostas tentativas visando modificar de forma fraudulenta os resultados ...

segunda, 15 outubro 2018
Leia +

Autárquicas 2018

APESAR de não ter conseguido recuperar a cidade da Beira das mãos do MDM, a Frelimo considera que a sua base de apoio nesta autarquia cresceu significativamente. A ...

segunda, 15 outubro 2018
Leia +

Economia

O ministro das Finanças disse ontem que quer o Fundo Monetário Internacional (FMI) como “avalista” da política económica do país e precisa de ...

segunda, 15 outubro 2018
Read more
Pub
SN

Desporto

A SELECÇÃO Nacional defronta esta noite (19:00 horas), em Windhoek, a Namíbia, em jogo da primeira jornada da segunda volta do Grupo K de apuramento para o CAN-2019, nos ...

terça, 16 outubro 2018
Leia +

Nacional

O SECTOR da Educação deve prestar maior atenção na escrita e na leitura, no processo de ensino-aprendizagem, como forma de melhorar as competências dos alunos a ...

terça, 16 outubro 2018
Leia +

AS organizações Human Rights Watch (HRW) e Trial International acusaram ontem o ex-Presidente da Gâmbia Yahya Jammeh da morte de mais de 50 imigrantes oriundos de países da África Ocidental, maioritariamente do Gana e Nigéria.

Num comunicado conjunto, a HRW e a Trial denunciam os factos registados em Julho de 2005 e perpetrados por uma unidade paramilitar controlada pelo então Presidente gambiano (1994-2017), actualmente refugiado na Guiné Equatorial.

As duas organizações baseiam as acusações em entrevistas a mais de três dezenas de funcionários gambianos, 11 deles directamente implicados no incidente, e a um sobrevivente, no quadro de uma investigação do caso.

Os imigrantes – 44 ganeses e vários nigerianos, senegaleses, costa-marfinenses e togoleses – foram detidos numa praia de Banjul, a capital, quando tentavam chegar à Europa.

Os detidos, em número superior à meia centena, foram considerados suspeitos de serem mercenários, que tinham por missão derrubar o regime de Jammeh.

“Os imigrantes da África Ocidental não foram assassinados por pessoas de forma isolada, mas por um esquadrão da morte paramilitar que recebia ordens directamente do Presidente Jammeh”, afirmou, no comunicado, o assessor legal da HRW, Reed Brody.

Um relatório da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) e das Nações Unidas concluiu em 2009 que as mortes e desaparecimentos foram realizados por membros corruptos das forças de segurança gambianas, embora sem provas credíveis de que receberiam ordens superiores, realça-se no comunicado conjunto da HRW e da Trial.

“As novas provas, porém, deixam claro que esses responsáveis foram os ‘Junglers’ [a unidade paramilitar de Jammeh]”, lê-se no comunicado das duas organizações não-governamentais de defesa e promoção dos Direitos Humanos.

A HRW e a Trial, bem como várias organizações de direitos humanos do Gana, pediram ao novo Governo gambiano, liderado pelo Presidente Adama Barrow, que investigue as novas provas, de forma que o processo permita extraditar Jammeh para Acra, onde, defendem, deve ser julgado. -LUSA

Template Settings

Color

For each color, the params below will give default values
Tomato Green Blue Cyan Dark_Red Dark_Blue

Body

Background Color
Text Color

Header

Background Color

Footer

Select menu
Google Font
Body Font-size
Body Font-family
Direction