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MUNÍCIPES da cidade de Lichinga, no Niassa, denunciam a existência de agentes da Polícia da República de Moçambique (PRM) envolvidos com grupos de criminosos que com armas de fogo assaltam residências, roubam e violam sexualmente mulheres, para além de agredir os residentes.

A denúncia foi feita no passado fim-de-semana, no decorrer de um encontro popular, no bairro Cerâmica, promovido pelo Comando Provincial da corporação, no âmbito do reforço da ligação Polícia e comunidade.

Residentes da Cerâmica denunciaram que os indiciados estão a adulterar o espírito de cooperação que se pretende entre a corporação e a comunidade no combate ao crime.

Manifestaram-se preocupados com a actuação dos órgãos de administração da Justiça que, alegadamente, sem explicação plausível, soltam criminosos surpreendidos pela população a cometer actos criminais, nomeadamente assaltos a residências e estabelecimentos comerciais à calada da noite.

“Sabemos que não possuir o bilhete de identidade não constitui crime, mas para uma pessoa ser solta pelos agentes da lei e ordem em patrulhamento nocturno precisa de desembolsar valores monetários”, denunciaram.

Acrescentaram que há agentes que fazem o patrulhamento embriagados.

Reconheceram que, de algum modo, não têm sabido colaborar para a prevenção de crimes, porquanto algumas casas ou talhões para a construção de habitação estão  cheios de capim alto, que serve de esconderijo para malfeitores.

Aquilasse Manda, comandante provincial da PRM, disse, na circunstância, que a sua corporação vai se concentrar na melhoria da instrução de processos, de modo que a prisão seja em razão da constatação de motivos bastantes para o efeito.

Esta postura da Polícia, acrescentou, vai reduzir os casos de restituição do cidadão à liberdade, alegadamente por insuficiência de provas.

Prometeu a tomada de medidas contra os agentes que se envolvem com grupos de criminosos, apelando à população para a denúncia destes comportamentos como dos que exercem a actividade em estado de embriaguez ou que cobram ao cidadão em troca de liberdade.

INOCÊNCIO MAZULA

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