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Os activistas que actuam em alguns pontos estratégicos, nos diferentes bairros da cidade da Beira, visando sensibilizar os munícipes sobre o manuseio sustentável de resíduos sólidos, queixam-se de que alguns moradores não acatam as suas mensagens.

A chefe do Gabinete de Planificação, Monitoria e Fiscalização, no Conselho Municipal da Beira, Graça Jamisse, que nos deu esta informação, começou por recordar que a sua equipa procura dar recomendações sobre como o lixo deve ser tratado, devendo ser depositado em contentores e nas horas previamente estabelecidas, que parte das 17 horas do dia anterior às sete horas da manhã seguinte.

Ela lembrou que os órgãos autárquicos da Beira aprovaram recentemente uma nova postura para lidar com lixo, desde os horários acima indicados, limpeza e infracções.

Assim, a nova postura municipal da Beira proíbe deitar o lixo em locais inapropriados, como valas, drenos, riachos, a recolha indevida de resíduos por pessoas não autorizadas e o depósito de lixo em recipientes não disponibilizados ou autorizados.

No contacto que manteve com o nosso jornal, Graça Jamisse revelou ainda que a resistência acontece com pessoas de todas as idades.

Defendeu que tal regista-se mesmo nos bairros onde seria de esperar outra reacção dado que são habitados por pessoas supostamente com algum nível de urbanidade.

 “Algumas pessoas não só se recusam a deitar lixo nos contentores, como insultam-nos e muitas vezes nem sequer nos deixam fazer o nosso trabalho”, acusou a nossa fonte. 

Mudanças provocam resistência

A chefe do Gabinete de Planificação, Monitoria e Fiscalização, no Conselho Municipal da Beira reconheceu, entretanto, que qualquer mudança provoca resistência o que pode ser visto como normal.

Referiu que tem inculcado na sua equipa de activistas a necessidade de manter a serenidade neste processo de sensibilização, porque nem todas as pessoas acatam as mensagens da mesma maneira.

Graça Jamisse fez questão de recordar que a cidade da Beira já passou por momentos mais difíceis, como o fecalismo a céu aberto, mas com a persistência dos activistas esta prática passou para a história e já nem se fala dela.

“Acreditamos que vamos ultrapassar isso, é só termos fé, esperança e persistência, porque chegará a vez em que vamos todos tratar os resíduos sólidos de forma sustentável”, perspecticvas.

Lixo nas valas de drenagem

Ainda de acordo com Graça Jamisse, o hábito de arremessar lixo nas valas terciárias de drenagem persiste, apesar da sua reabilitação.

“É normal ver, por exemplo, uma mala velha ou uma arca de congelador e outros objectos de grandes dimensões a flutuarem nas valas de drenagem atiradas por pessoas que no lugar de accionarem as autoridades competentes preferem transformar as valas de drenagem em lixeiras”, apontou.

Outro dilema que se vive nos bairros é que indivíduos estranhos às autoridades municipais, movimentam contentores de lixo para outros lugares diferentes dos previstos pelas autoridades.

“Pedimos a colaboração dos munícipes para observarem estritamente estas questões, porque se arremessamos malas, congeladores, ramos das árvores que podamos nas nossas casas, estaremos a concorrer para obstruir as valas de drenagem e provocar cheias. Queríamos recordar que quem faz isso está a cometer uma infracção e pode ser punido se for apanhado”, alertou a nossa fonte.

Mais acções sobre os grossistas

O presidente do Conselho Municipal da Beira, Daviz Simango, num breve contacto telefónico com a nossa Reportagem, manifestou a sua satisfação perante a actuação dos sensibilizadores e também de alguns munícipes que, paulatinamente, estão a acatar os apelos para tornar a urbe limpa e livre de doenças.

Simango recomendou, entretanto,à necessidade de esta campanha estender-se aos vendedores grossistas de frutas nos bairros do Goto e Chingussura, pois produzem muitos resíduos sólidos.

“Mas antes, precisamos de fazer um estudo junto destes nossos concidadãos, porque a maioria vem de outros pontos do país, para fazer os seus negócios aqui na Beira”, explicou Simango

Recordou que, recentemente, algumas equipas do sector da salubridade desencadearam uma campanha de remoção de grandes quantidades de lixo em três pontos da cidade, que acolhem os grossistas, nomeadamente Goto, Maquinino e Vila-Massane. 

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