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A Polícia da República de Moçambique (PRM) na província de Niassa deteve, durante o acto de votação, que se realizou quarta-feira, um cidadão de 20 anos de idade que portava dois cartões de eleitor.

O facto aconteceu na assembleia de voto instalada na pista de atletismo, bairro de Expansão, município de Lichinga, quando o jovem apresentou o primeiro cartão de eleitor e não foi achado o seu nome no caderno eleitoral. Entretanto, este veio a exibir um segundo cartão aos membros de mesa da assembleia de voto.

Falando ontem em Lichinga, durante o briefing do processo de votação, o porta-voz da PRM no Niassa, Alves Mathe, disse que o cidadão não sabia do crime que cometeu.

“Ele disse que perdeu o primeiro cartão de eleitor e, por motivos que desconhecemos, foi tratar o segundo”, afirmou Mathe, tendo sublinhado que “isso é ilícito eleitoral”.

No entanto, o porta-voz da Polícia fez referência aos casos de desmandos que ocorreram nos bairros de Assumane, Ntoto, 23 de Setembro, Chiulugo, Nomba, Aeroporto e Mitava.
Segundo Mathe, os actos se assemelham em todos os postos de votação.

Em Nomba, por exemplo, após terem depositado o voto na urna, os eleitores permaneceram nas redondezas dos postos, afirmando que “querem controlar o seu voto”.
Após terem encerrado as mesas de assembleia de voto, pontualmente às 18 horas, os eleitores afluíram para as proximidades dos postos.

“Houve uma agitação por parte de certas pessoas que criaram a desordem pública. Não queriam abandonar os locais depois de exercer o seu direito de voto. E as mesmas pessoas queriam presenciar a contagem de votos. Então, são esses momentos que solicitaram a Unidade de Intervenção Rápida para repor a ordem pública”, vincou.
“Ninguém ficou ferido”, disse Mathe.

Ontem, a AIM fez uma ronda pelos bairros de Nomba e Ntoto. No local, testemunhas apontam que durante os desmandos da madrugada houve feridos que foram evacuados para o Hospital Provincial de Niassa.

“Chegaram aqui e lançaram gás lacrimogênio. Mesmo assim, as pessoas não saíram porque pensaram que queriam encher os votos nas urnas. Correram e se feriram”, disse uma das testemunhas que se identificou apenas por Alima.

Em Lichinga, funcionaram 139 mesas de assembleia de voto.

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