Director: Júlio Manjate   ||  Director(a) Adjunto(a): 

A cabeça-de-lista da Frelimo no município da Beira, em Sofala, Augusta Maíta, disse a jornalistas estar confiante que a sua formação política vai alcançar resultados positivos no escrutínio de hoje.

Maíta, que votou na Escola Secundária da Ponta-Gêa, referiu que vai aguardar serenamente pelas escolhas dos citadinos, apelando aos eleitores para não desperdiçarem a oportunidade de votarem nos dirigentes que pretendem para dirigir aquele município.

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As assembleias de voto instaladas no Estádio Nacional do Zimpeto, distrito Municipal KaMubukwana, cidade de Maputo, estão a registar uma afluência de eleitores digna de registo.

Com efeito, até às 7.00 horas da manhã, altura em que iniciou o processo de votação, os eleitores já estavam posicionados e organizados em filas para exercer o seu direito de voto e o processo decorria de forma tranquila e ordeira. 

As enchentes caracterizam, igualmente, as primeiras horas na assembleia de voto instalada na Escola Primária Completa 10 de Janeiro, no bairro de Magoanine C.

Neste posto de votação, para além da enchente, as mesas abriram às 8.40 horas, devido à falta de algum material que só foi disponibilizado esta manhã pelas equipas do Secretariado Técnico de Administração Eleitoral, STAE.

Nesta escola, os eleitores que se fizeram ao local estavam agastados com a lentidão no processo de votação, que começou quase duas horas depois da hora oficial de abertura das mesas de votação.

Pedro Warila disse à nossa reportagem que estava no local desde às 6.00 horas e até cerca das 9.00 horas ainda permanecia na fila à espera para votar, tudo devido ao atraso na abertura das mesas. 

Já na EPC Mártires de Mbuzine, a votação começou quinze minutos depois das 7.00 horas, devido ao atraso dos Membros da Mesas de Voto, MMVs, nomeadamente, escrutinadores e secretários.

Para o efeito, Guilherme Chavana, vogal do STAE, disse que para ultrapassar a ausência de alguns MMVs foi necessário recorrer à sua substituição por suplentes, porque nas seis mesas instaladas no local havia um défice de pessoal.

Um eleitor disse ter chegado ao local as 3.20 minutos par ser o primeiro a votar e ir tratar seus assuntos.

No posto de votação localizado junto ao lar dos idosos, em Magoanine, no distrito Municipal KaMubukwana, o ambiente era calmo e registava alguma enchente devido à morosidade.

Nas assembleias de votação da Escola Ingrind Shawner e da secundária Quisse Mavota, no bairro do Zimpeto, os eleitores afluíram em massa. As mesas abriram à  hora estipulada e a situação estava calma, com filas de eleitores à espera da sua vez de votar.

Chavana, do STAE central, que se encontrava nestes locais a verificar o decurso do trabalho, disse à nossa equipa de Reportagem que o trabalho estava a decorrer sem sobressaltos.

Lentidão e filas enormes caracterizaram as primeiras horas de votação em algumas assembleias de voto da Coop, no distrito municipal de Kampfumu, na capital do país.

Contudo, esta tarde, já nota-se alguma flexibilidade no processo e tende a reduzir a afluência de eleitores, bem como a reduçao de filas.

Em algumas assembleias de voto surgiram focos de descontentamento, quando alguns eleitores tentaram se fazer passar por idosos, a fim de ter prioridade na votação.

 

A excepção destes cenários o processo decorre sem distúrbios de realce.

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O antigo Presidente da República, Armando Emílio Guebuza, pronunciou-se hoje contra o encorajamento de actos de violência e atitudes que sejam incompatíveis “com a festa da grande família moçambicana” nas eleições autárquicas.

Guebuza fez este pronunciamento na Assembleia de voto instalada na Escola Secundária da Polana, na capital, momentos após ter votado para as quintas eleições municipais, que decorrem nas 53 cidades e vilas autárquicas do país.

Segundo explicou, o processo eleitoral deve traduzir-se num momento de festa e convívio dos moçambicanos e não de estímulo à desordem.

O antigo estadista nacional votou na companhia da esposa, Maria da Luz Guebuza.

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A Presidente da Assembleia da República, Verónica Macamo, exerceu o seu direito de voto nas quintas eleições autárquicas, numa das urnas instaladas na Escola Secundária da Polana, em Maputo, tendo dito depois, à imprensa, que o voto vai influenciar as decisões dos municípios.

“É importante que cada um de nós venha exercer o seu direito, pois é um direito consignado na Constituição, um dos direitos pelos quais muitos povos se bateram. E exercer é também reconhecer que existo como pessoa que tem autodeterminação, em termos de dizer, quem deve fazer o quê, numa situação em que temos que escolher os nossos dirigentes, desta feita os dirigentes autárquicos”, salientou.

Apelou que todos os cidadãos eleitores exerçam o seu direito de voto “o mais cedo possível”.      

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O Primeiro-Ministro, Carlos Agostinho do Rosário, instou os eleitores das 53 cidades e vilas autárquicas do país para que o escrutínio de hoje decorra de forma serena e ordeira.

Do Rosário votou cerca das 9.00 horas de hoje na Escola Secundária da Polana.

Momentos após ter exercido o seu direito cívico, ele apelou também para que os eleitores aguardem com serenidade pela publicação dos resultados parciais pelos órgãos que superintendem o processo eleitoral no país.

“Mostremos o nosso civismo, a nossa serenidade ao povo moçambicano e ao mundo”, enfatizou o PM.

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