RESIDENTES de diversos bairros do distrito da Matola terão acesso facilitado aos cuidados de saúde, com a abertura de duas novas unidades sanitárias nas zonas de Língamo e Malhampwsene.

A construção dos centros de Saúde visa melhorar os serviços prestados à população e minimizar o sofrimento a que era sujeita, sobretudo no período nocturno.

Segundo Carla Cumbe, directora de Saúde do distrito da Matola, as unidades sanitárias vão descongestionar os grandes hospitais porque atenderão todas as doenças gerais, para além das crónicas.

A interlocutora anotou que o Centro de Saúde do Língamo foi erguido em parceria com o sector  privado, estando apenas a aguardar a ligação de água potável para a sua abertura ao público. 

“A construção em si já foi concluída há algum tempo, mas estamos à espera da ligação de água potável. Não podemos abrir um hospital sem água. Os contratos já foram assinados, mas a empresa ainda não tem material para o efeito”, disse Cumbe.

No que se refere ao Centro de Saúde de Malhampwsene, a fonte afirmou que as obras de construção foram financiadas pelo Conselho Municipal da Matola no âmbito do programa do orçamento participativo, sendo que estão a decorrer algumas rectificações.

“Esta unidade já foi entregue à direcção de Saúde, mas não abriu ao público porque verificamos algumas falhas e o empreiteiro já está a rectificar. Logo que as intervenções estiverem concluídas vamos proceder a abertura”, precisou Cumbe.

A directora de Saúde do distrito garantiu que já existe pessoal médico para os dois centros, sendo que neste momento estão a prestar serviços noutras unidades próximas.

No entanto, os trabalhos de ampliação e modernização do Centro de Saúde de Siduava estão paralisados por falta de dinheiro e, paralelamente, as obras de Nkobe decorrem a passo lento devido ao mesmo problema.

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