OS RESIDENTES da zona de Mapandane, no bairro 1º de Maio, no Município da Matola, estão chocados com a morte de Atanásio Mate e de suas duas filhas de sete e três anos de idade, uma tragédia ocorrida na madrugada de domingo.

Atanásio Mate enforcou-se, na sua própria residência, momentos após pôr termo à vida das duas filhas com recurso a veneno usado para eliminar ratos (ratex). Os restos mortais dos três membros da família foram a enterrar ontem no Cemitério do Bairro São Dâmaso (Eugénio).

 “Notícias” esteve ontem no local do incidente, onde confrontou-se com o ambiente de consternação, momentos antes de os familiares e moradores seguirem para o local onde viria a decorrer a cerimónia fúnebre.

Os moradores disseram ter sido surpreendidos com a desgraça, pois não havia antecedentes que pudessem ditar o fim trágico dos três membros da família. Contaram que as desavenças, se é que existiam, não chegavam ao conhecimento dos residentes.

Entretanto, Zacarias Massingue, sogro do finado, disse que brigas e agressões entre o casal precipitaram a atitude do genro. Contou que Mate tinha feito uma declaração perante os membros da família, em que se comprometia a nunca mais agredir a esposa. É que, segundo Massingue, várias vezes a filha se queixou de maus tratos protagonizados pelo marido.

“A minha filha, várias vezes, mudou-se para minha casa, no bairro de Jardim, para se queixar da violência do meu genro”, disse Massingue.

A família do finado, também inconsolável, não reconhece a atitude do seu parente pois, no seu entendimento, não há desavença que não se resolva com diálogo.

O caso deu-se depois de uma briga entre o casal que terminou em agressão, facto que levou a esposa a fugir para a casa dos pais.

Segundo Aida Samuel, o sobrinho terá pedido que a esposa o fosse receber na paragem “Missão Roque”, na cidade de Maputo, quando regressava de uma viagem a Inhambane, onde se encontrava a trabalhar.

Tal não sucedeu porque a esposa alegou que estava ocupada com actividades caseiras, tendo solicitado ao sobrinho para que fosse à paragem.

“No sábado passado, por volta das 23 horas, o meu sobrinho ligou para a esposa, que ainda estava em casa dos pais, e pediu que voltasse e ameaçou que caso não o fizesse, tiraria a sua vida e das suas filhas”, contou.

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