Director: Júlio Manjate   ||  Directora Adjunta: Delfina Mugabe

O GOVERNO moçambicano está a mobilizar recursos financeiros para a dinamização da produção agrícola, com destaque para a reabilitação de sistemas de irrigação, mecanização agrária e produção de sementes de qualidade.

Com efeito, o Governo precisa investir nos próximos anos 300 milhões de dólares norte-americanos, a serem canalizados através do Ministério da Agricultura e Segurança Alimentar (MASA) e aplicados na reabilitação de factores que garantam a produção e produtividade agrária.

A informação foi revelada ontem, em Maputo, pelo Ministro da Economia e Finanças (MEF), Adriano Maleiane, durante a visita de trabalho que realiza à cidade de Maputo para se inteirar da implementação do Plano de Acção de Produção Agrária e Pesqueira (PAPAP).

Maleiane, que se fazia acompanhar pelo Ministro dos Combatentes, Eusébio Lambo, Vice-Ministra da Juventude e Desportos, Ana Flávia Azinheira e da Governadora da cidade, Iolanda Cintura, escalou associações de camponeses, produtores de frangos e o Centro de Agregação de Valores, no Distrito Municipal KaMavota.

“Nós seleccionamos áreas para concentrar mais esforços em termos de factores de produção e de investimento, que são agricultura, infra-estruturas, turismo e energia. Só na agricultura, o levantamento que nós fizemos dá mais ou menos 300 milhões de dólares, que é urgente e precisa ser feito para dinamizar a produção”, disse o ministro

Nesta perspectiva, o governo está a mobilizar financiamento do Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) e todos outros parceiros que apoiam o sector da agricultura e segurança alimentar para que possam canalizar recursos e reabilitar estes factores e pôr à disposição dos produtores.

“Trezentos milhões é urgente para os próximos dois e três anos porque nós precisamos reabilitar alguns sistemas de irrigação, precisamos deste programa de mecanização, produção de sementes de qualidade e tudo anda à volta disso”, acrescentou.

No que diz respeito à produção agrícola na capital do país, o governante disse ter ficado com uma impressão positiva, a avaliar pela produção alcançada no primeiro trimestre deste ano nas áreas de hortícolas, carne de frango e piscicultura.

“Há acções que estão a ser feitas, sobretudo na área de produção de hortícolas, que é a reorganização e apoio aos produtores e isto dá sinais de que as coisas vão correr muito bem. Mesmo na área da avicultura, há um mapeamento que foi feito para identificar quem são os produtores e o tipo de assistência que está a ser dada. Tudo dá a entender que as metas vão ser cumpridas”, realçou.

Na produção de hortícolas, a cidade de Maputo tem a meta de produzir 103 mil toneladas e no primeiro trimestre conseguiu colocar no mercado 14 mil toneladas, feito considerado positivo tendo em conta que as hortícolas têm mais produtividade na época fresca.

Na produção de frango, espera-se produzir 3.8 mil toneladas e até agora foram produzidas 500 toneladas e a projecção mostra que as quantidades estarão dentro do programado. Na piscicultura, onde são esperadas sete mil toneladas, foi possível exportar no primeiro trimestre 70 toneladas para a vizinha África do sul.

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