APESAR da melhoria de disponibilidade de água nas cidades de Maputo, Matola e vila de Boane, na última época chuvosa, os consumidores devem continuar a observar práticas que assegurem o uso racional do recurso, evitando desperdícios e fugas.

O apelo foi feito ontem, em Maputo, pela empresa Águas da Região de Maputo (AdeM), recordando que as restrições ainda não foram levantadas, apesar do aumento da produção, melhoria na distribuição e controlo das perdas.

Segundo o porta-voz da instituição, Afonso Mahumane, o cenário actual de abastecimento de água vai prevalecer até à próxima época chuvosa, altura em que se vai definir um novo regime de distribuição.

“Durante o primeiro trimestre deste ano, a quantidade de chuva na bacia do Umbelúzi foi relevante para o sector decidir incrementar o nível de descarga da barragem. Esta descarga contribuiu para o aumento da quantidade de água e passamos a distribuir todos os dias na maior parte das zonas”, disse.

Mahumane explicou que esta melhoria ainda não é suficiente para declarar o fim das restrições, realçando a existência de locais onde não é possível abastecer a partir dos centros distribuidores de Matola Rio, Belo Horizonte, Tsalala e outros pontos distantes e altos da rede.

“Estamos com uma média de 8 horas de fornecimento de água, contra as anteriores 13 horas. Temos tido dificuldades em abastecer as zonas de Chihango, Luís Cabral, Maxaquene A e B, e estamos a trabalhar nos planos de reactivação e construção de pequenos sistemas, estando em curso trabalhos em pelo menos 20 furos”, acrescentou.

O plano de reactivação e abertura de novos furos está orçado em pouco mais de 20 milhões de meticais e está a ser implementado em coordenação com outras instituições, entre as quais o Fundo de Investimento e Património de Abastecimento de Água (FIPAG).

 

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