Director: Júlio Manjate   ||  Directora Adjunta: Delfina Mugabe

O Presidente da República, Filipe Nyusi, diz que é responsabilidade do Ministério da Ciência e Tecnologia, Ensino Superior e Técnico Profissional (MCTESTP) produzir soluções para os problemas que condicionam o bom desempenho da agricultura, saúde, recursos hídricos e outras áreas essenciais para a vida dos moçambicanos.

Falando ontem no quadro da visita que efectuou àquele ministério, Nyusi ressalvou que, por mais pequenas que sejam, tais soluções vão fazer diferença no desenvolvimento do país. Segundo o Chefe do Estado, numa era em que o mundo está virado para as Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) já não faz sentido que este conhecimento seja ainda do domínio de grupos restritos.

Uma das observações que chamou a atenção do Chefe do Estado foi a reportada fuga em massa dos quadros do Instituto Nacional de Tecnologias de Informação e Comunicação (INTIC) para instituições que oferecem melhores condições, com destaque para os bancos. Para ele, isso só acontece porque existem poucos quadros qualificados na área, problema que pode ser combatido formando mais quadros para o sector.

Exigiu harmonia e coesão entre os quadros dos diversos sectores que compõem o ministério, de modo a produzir as soluções de que o Estado tanto depende para o seu desenvolvimento. Segundo Nyusi, a instituição não deve ser palco de resolução de conflitos entre dirigentes ou entre estes e seus subordinados, pois isso “só atrasa o desenvolvimento.”

A falta de instalações para o funcionamento de grande parte dos estabelecimentos de ensino superior foi o denominador comum nas intervenções dos gestores, que apresentaram ao Chefe do Estado algumas propostas de solução de parte dos problemas com que o sector se debate.

Antes de orientar a sessão extraordinária do MCTESTP, Filipe Nyusi escalou a sede do ministério, os Institutos de Bolsas de Estudo, Nacional de Tecnologias de Informação e Comunicação (INTIC) e o Instituto Industrial de Maputo (IIM).

Sobre o Instituto de Bolsas de Estudo, o Presidente da República disse haver necessidade de se harmonizar os critérios de atribuição das bolsas, tendo em conta a representatividade e a unidade nacional.

“Deve haver equilíbrio na atribuição das bolsas de estudo de modo a promover-se competitividade entre as escolas elegíveis. Vi, por exemplo, que há uma escola com 80 por cento dos jovens bolseiros. As bolsas têm de ser programadas de modo a dar oportunidades de forma abrangente”, disse o Chefe do Estado. 

De 2016 a esta parte, o Instituto de Bolsas está a gerir 4.573 bolsas, das quais 3.150 internas e 1.423 externas, com o continente asiático a liderar a lista, ao absorver 36.1 por cento, seguido de países africanos com 32 por cento. A Europa absorve 24,2 por cento de bolseiros; a América do Sul 5,5; Austrália 1,5 e América do Norte, 0,7 por cento.

Entretanto, dados referentes à cobertura territorial da rede do Governo Electrónico (GovNet), dão conta de um total de 652 instituições ligadas, das quais 200 ao nível central, 315 nas províncias, 130 nos distritos e nove municípios do total de 53 existentes no país.

Sábados

TEMA DE ...

A alegoria da caverna de Platão é esclarecedora quanto ...

CLICKADAS

...

José Craveirinha, o nosso poeta maior, escreveu: “O ...

Conselho de administração

Presidente: Bento Baloi

Administrator: Rogério Sitóe

Administrator: Cezerilo Matuce

Siga-nos

Template Settings

Color

For each color, the params below will give default values
Tomato Green Blue Cyan Dark_Red Dark_Blue

Body

Background Color
Text Color

Header

Background Color

Footer

Select menu
Google Font
Body Font-size
Body Font-family
Direction