A FALTA de um mercado para colocar a produção é a principal preocupação dos agricultores de Chamissava, no distrito KaTembe, cidade de Maputo, que são forçados a proceder às vendas porta-a-porta.

A inquietação foi apresentada à vice-ministra da Agricultura e Segurança Alimentar, Luísa Meque, na sua recente visita à cintura verde da capital, com o objectivo de avaliar o grau de cumprimento do plano de produção de comida.

A título de exemplo, Celeste Alfredo, presidente da Associação Armando Emílio Guebuza, explicou que os membros da sua agremiação têm vontade de aumentar os níveis de produção, mas não há um mercado seguro para colocar o resultado do seu esforço.

A fonte apontou, igualmente, a escassez de água para a irrigação dos campos como sendo outro problema que vários produtores enfrentam durante a sua actividade, apesar de terem disponível um furo.

“Não temos um sistema que canalize a água até às nossas machambas e, como resultado, os produtores são obrigados a usar meios inadequados para a irrigação. Estamos a perder culturas porque não conseguimos fazer a irrigação de todos os 14 hectares. Pedimos ajuda na montagem de um sistema que possa cobrir toda a área”, solicitou.

Anotou, por exemplo, que no ano passado perderam cerca de oito hectares de culturas diversas devido à falta de água para a irrigação, e isso representou uma perda enorme para a associação.

Por seu turno, Alson Massingue, criador com 65 bovinos, queixou-se da falta de pasto, tendo solicitado assistência técnica para a produção de feno para alimentar os seus animais.

Falando a jornalistas, Luísa Meque disse estar satisfeita com o que viu nos locais que visitou porque os produtores estão a demonstrar capacidade e, no seu entender, com um pouco de esforço é possível aumentar os níveis de produção e produtividade.

“Há problemas na cintura verde sim, mas os produtores estão a demonstrar cometimento no que estão a fazer. Vejo que é possível que a cidade de Maputo tenha melhores resultados de produção de comida”, disse.

Precisou que o grande desafio do Governo é alimentar o povo moçambicano e livrá-lo da dependência externa.

“A produção de hortícolas ao nível da cidade de Maputo é notória, daí que vamos continuar a trabalhar para garantir a produção. Queremos ser auto-suficientes, produzindo primeiro para nós e depois pensar na exportação”, precisou.

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