A CIDADE e província de Maputo continuam a registar rotura na disponibilidade de gás de cozinha, sobretudo da marca Galp, devido ao aumento da procura, aliado à redução do preço de compra.

Mesmo depois de se ter observado um relativo aumento da oferta, tanto os revendedores como os compradores reportam fraca resposta à demanda pelo produto nas últimas semanas.

O “Notícias” esteve nalguns postos de venda, onde se confrontou com situações em que pessoas regressavam à casa com botijas vazias.

A título de exemplo, a Bom Gás, um dos revendedores, não tinha recebido a encomenda diária até às nove horas da manhã de ontem, contrariamente ao habitual.

“Não há gás e as contas se complicam porque este é o único combustível de cozinha acessível. O carvão continua caro. Usar fogão eléctrico fica ainda mais dispendioso”, disse um cliente encontrado na ocasião à procura de gás.

Outro revendedor visitado, a Mavigás, queixou-se da redução do número de botijas disponibilizadas para 500 diárias, contra as anteriores 1000.

Situações destas são reportadas também por vários outros revendedores que não têm recebido quantidades satisfatórias e, por consequência, também são pressionados pelos clientes.

A propósito, Moisés Paulino, director de Hidrocarbonetos e Combustíveis no Ministério de Recursos Minerais e Energia, apontou que a escassez resulta da pressão derivada do aumento da procura.

A Petrogal, que fornece as botijas com a marca Galp, prometeu pronunciar-se nos próximos dias, incluindo sobre as queixas de que algumas garrafas chegam aos revendedores sem o respectivo selo.

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