PELO menos 20 botijas são, semanalmente, devolvidas a um dos postos de venda da Galp, na cidade de Maputo, devido a fugas de gás.

O facto, que se repete noutros postos de venda, tem estado a alimentar as mais diversas especulações, incluindo a de que o fornecedor está a negligenciar as medidas de segurança.

Trata-se da loja localizada na Av. Karl Marx, que além de receber as garrafas vendidas localmente, também serve de unidade de trânsito das recolhidas em outros postos de venda.

A loja é gerida pela Gespetro, uma gasolineira que tem um contrato de venda de gás da Galp.

Alfredo Maló, técnico de operações na Gespetro, disse ao “Notícias” que as avarias de botijas de gás, que se traduzem por fugas durante o uso, não são um fenómeno novo, mas tende a multiplicar-se à medida que aumenta o número de famílias que optam por este combustível.  

Cerca de 20 botijas dão entrada, semanalmente, no posto da “Karl Marx”, muitas outras com problemas similares encontram solução nos locais de venda. Vezes há que as fugas de gás são sanadas com uma simples troca de posição da pequena anilha contida na válvula de conexão com o redutor.  

Sobre as causas de fugas, a fonte aponta como provável causa o uso de redutores não recomendados, produzidos e comercializados por outros provedores.

Maló disse que o fenómeno é mais comum nas garrafas da Galp, que o redutor é encaixado sobre pressão.

Entretanto, Pedro Pereira, da Galp, disse que a queixa de circulação de botijas com fugas de gás nas redes sociais é “alarmista e desprovida de qualquer fundamento”.

Em contacto com o “Notícias”, o gestor indicou que no processo de enchimento todas as garrafas são alvo de verificação da conformidade.

Acrescenta que a triagem inclui avaliação visual da integridade dos equipamentos, nomeadamente da condição de segurança da válvula. Após o enchimento, a estanquicidade da válvula e a presença do tórico de segurança são uma vez mais verificadas.

Pereira refere que face às informações “alarmistas e não fundamentadas”, a Galp introduziu sexta-feira um mecanismo adicional de verificação das condições do tórico, não tendo detectado qualquer garrafa fora de conformidade.

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