ESTAMOS na época chuvosa e como de costume, os anúncios meteorológicos prometem precipitação em abundância, com as consequências que já se advinham.

Para os subúrbios da capital, as águas nem sempre são bem-vindas, pois, sem permissão, irrompem pelos quintais, inundando salas de estar, quartos e demais compartimentos. E tudo a água leva no seu trajecto, colocando em “repouso” vários electrodomésticos, que respondem negativamente ao contacto com a humidade. E mesmo depois do temporal, a chuva é amaldiçoada por quem tem que conviver com charcos a exalar cheiro nauseabundo, os quais se assumem como “viveiros” do mosquito causador da malária.

Enquanto as águas serpenteiam os becos da periferia de Maputo, de saneamento precário, as chuvas também são alimento para o verde da natureza. Basta olhar para as largas rotundas da circular, cujo capim ameaça o asfalto. Ademais, a partir da zona de Chiango, a Estrada Circular, uma das mais modernas vias de acesso construídas até então, começa a ganhar características rurais, não obstante atravessar a grande parte da zona urbana.

A imagem captada pelo nosso colega Luís Muianga ilustra uma destas rotundas, na zona do Grande Maputo, convertida em área de pasto. Pastos verdejantes, diga-se de passagem, à espera de manadas de cabritos ou bovinos, já que os humanos mal conseguem fazer a devida manutenção. 

Mas o trabalho destes ruminantes não é urgente apenas por uma questão de beleza. Tanto capim a crescer com desmesura pode confundir os automobilistas, reduzindo a visibilidade para quem segue em direcção a Albasine, ou Marracuene e no sentindo inverso, Marracuene – cidade de Maputo. Enquanto não chega o gado escoltado pelos seus pastores, onde está quem de direito para fazer a manutenção?

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