Director: Júlio Manjate   ||  Directora Adjunta: Delfina Mugabe

REFLORESTAR uma área estimada em 1833 hectares na cidade da Beira é o desafio das autoridades ligadas ao ambiente nesta região do país, em face da devastação que se tem registado nos últimos tempos.

O facto foi dado a conhecer pelo director provincial do Mar, Águas Interiores e Pescas em Sofala, Carlos Sendela, na sequência do Dia Mundial dos Oceanos assinalado na sexta-feira em todo o mundo.

Sendela começou por afirmar que entre 50 e 80 hectares de florestas estão ameaçados na cidade da Beira por causa do abate dos mangais, principalmente nos rios Ladrão, Savane, Nhangau, entre outras que vão dar ao Save.

Revelou ainda que muitos produtos dos mangais têm chegado à cidade da Beira sendo levado para diferentes estaleiros, alguns dos quais para servirem de combustível lenhoso para a sua comercialização nos mercados.

“É uma situação muito desastrosa, porque a maioria das pessoas não conhece a importância do mangal”, lamentou o governante.

Questionado sobre que acções têm sido levadas a cabo para estancar a situação, respondeu que, além da fiscalização, as autoridades fazem campanhas de sensibilização através de palestras, além do próprio plantio de mangais.

As celebrações do Dia Mundial dos Oceanos na cidade da Beira tiveram início no dia 2 do corrente mês, tendo sido realizadas actividades educativas e de limpeza nas praias.

O lema deste ano era “Prevenir a Poluição Plástica e Encorajar Soluções para um Oceano Saudável”.

UCM disponibiliza

603 quadros ao país

A UNIVERSIDADE Católica de Moçambique (UCM) lançou fim-de-semana para mercado nacional 603 quadros superiores nos graus de licenciatura e pós-graduação em diferentes áreas de saber. Os novos técnicos superiores, que contam com mais de 10 cursos saídos da 17.ª graduação, para além de juramento, manifestaram sua total abertura na participação para o desenvolvimento de Moçambique.

A governadora de Sofala, Maria Helena Taipo, que testemunhou o evento, apelou aos graduados para apostarem no empreendedorismo que, para além do seu próprio sustento, também possa criar emprego para os outros.

“Apelamos aos graduados para apostarem não só  no emprego por conta de outrem, como também nas acções do empreendedorismo, criando emprego para vós mesmos e para outros concidadãos”, desejou a governante, tendo referido que a promoção do empreendedorismo  faz parte do cardápio da acção governativa, sendo que os primeiros sinais se vislumbram com o aumento das pequenas e médias empresas e na redução dos índices de desemprego.

Reconhecendo a complexidade que se tem assistido no âmbito da promoção de empreendedorismo, a governante desafiou as instituições do ensino superior a desempenharem um importante papel neste processo, apelando para que apliquem todas ferramentas e recursos disponíveis, conducentes à melhoria da qualidade do ensino e dos transmissores de conhecimentos.

Disse ainda que a graduação dos 603 quadros superiores, entre eles licenciados e mestres de diferentes ramos, ocorre num momento em que o nosso país vem intensificando acções de prospecção e exploração de recursos naturais existentes no  subsolo, facto que impõe a formação de profissionais qualificados e comprometidos com o desenvolvimento sustentável por meio de geração e disseminação de conhecimentos.  

“O grupo que hoje foi graduado irá potenciar o mercado do emprego com quadros competentes para dar resposta aos demais desafios que o nosso país tem. A universidade, de entre outras tarefas, não deve apenas servir de um local para aquisição de conhecimentos teóricos, mas sim deve funcionar como um laboratório de investigação científica, sendo que os quadros que acabaram de graduar são apenas as premissas para essa investigação”, apelou Maria Helena Taipo.

Referiu ainda que o Governo tem estado a trabalhar no sentido de criar condições para que o processo de ensino aprendizagem seja uma verdadeira fonte de geração de conhecimento, sendo exemplo destes esforços a construção de centros de investigação e transferência de tecnologias para o aumento da produção e produtividade, baseado em Caia, a instalação de centros multimédia comunitários, que facilitam a formação à distância, a promoção das jornadas científicas, entre outras acções.

“Procuramos igualmente criar continuamente os melhores ambientes de aprendizagem, proporcionando um vasto acervo bibliográfico e adopção de diversas práticas de acompanhamento e apoio aos docentes e discentes que vão para além da salas de aula, através das práticas didácticos-pedagógicas”, disse, tendo afirmado que o Governo está satisfeito com instituições do ensino superior que têm apostado em extensões, que neste momento conta com um total de nove universidades.

O reitor da UCM, Alberto Ferreira, falou dos esforços da sua instituição para a melhoria de qualidade de ensino e ainda dos trabalhos em curso para a extensão universitária.

Por seu turno, o chanceler daquela instituição do ensino superior, Dom Claudio Dalla Zuanna, disse que os desafios dos graduados iniciam nesta etapa que, com os seus conhecimentos, devem trabalhar no sentido de desenvolver o país.

Dalla Zuanna falou igualmente do empreendedorismo como um dos modelos que os graduados devem adoptar quando não tiverem conseguido emprego.

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