Doze pessoas morreram no distrito do Búzi, em Sofala, em consequência da passagem do ciclone “Idai” por aquela região, de acordo com uma avaliação preliminar feita hoje ao nosso jornal pela administradora local, Maria Bernadete Roque.

De acordo com a governante, outras 120 mil pessoas estão afectadas, e algumas  encontravam-se sitiadas em  terraços, árvores e campos de futebol, sem água, nem alimentos, e muitos desses cidadãos foram resgatados de diferentes locais próximos da vila-sede do distrito.

Entretanto, a fonte lamentou a falta de comunicação que não permite conhecer a realidade de outras regiões do distrito, como Ampara e Nova Sofala.

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Podemos afirmar com reduzida margem de erro que qualquer residente da cidade da Beira sofreu algum tipo de dano com a passagem do ciclone Idai na madrugada do dia 15 de Março corrente. Nas inúmeras conversas formais e informais que vamos mantendo com as pessoas todas elas se queixam de um vidro quebrado, em casa ou na viatura, de um muro de vedação que tombou, do tecto que “voou” e de uma diversidade de estragos que o fenómeno provocou. Leia mais

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Mais de cem mergulhadores sul-africanos apoiados por três helicópteros estão envolvidos no processo de resgate de várias famílias que se encontram sitiadas devido ao aumento do caudal dos  rios Búzi e Púnguè, na província de Sofala.

As bacias hidrográficas daqueles rios transbordaram, ontem, segunda-feira, devido à chuva intensa e das descargas das barragens do vizinho Zimbabwe, deixando submersas várias casas nos distritos de Búzi e Nhamatanda.

Entrevistados pela Rádio Moçambique, alguns sobreviventes das inundações no distrito de Búzi disseram que a situação é crítica, havendo ainda várias pessoas sitiadas necessitando de resgate.

O chefe da brigada do Conselho de Ministros destacado para Sofala, Celso Correia, disse que para o processo de reassentamento das famílias afectadas pelas inundações nos distritos de Búzi e Nhamatanda  foram criados 28 centros de acomodação.

(Notícias/RM)  

 

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A IX sessão ordinária do Conselho de Ministros vai reunir-se hoje na cidade da Beira, para avaliar os efeitos negativos do ciclono Idae, em vez de decorrer na Presidência da República, na capital do país.

O anúncio foi feito ontem pelo Chefe do Estado, Filipe Nyusi, durante uma comunicação à nação, explicando que a medida visa flexibilizar a coordenação das acções de resposta à calamidade.

De salientar que os membros do Conselho de Ministros já se encontram no centro do país desde domingo a apoiar as autoridades locais a encontrar soluções para os problemas que se lhes colocam na busca, acomodação e assistência aos afectados. 

O próprio PR sobrevoou a zona no domingo a aterrou na Beira, onde visitou os afectados.

 

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O Ministro das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos, João Machatine, afirma que dentro de dias serão encontradas alternativas para a abertura de desvios, visando facilitar a transitabilidade de pessoas e bens na Estrada Nacional número seis (EN6), no troço Nhamatanda/Beira.

Machatine fez este pronunciamento depois de ter sido informado sobre a melhoria do estado do tempo nos próximos dias, tendo pedido à empresa envolvida na reabilitação e melhoramento da EN6 para fazer trabalho de emergência, de forma a garantir a assistência às famílias desalojadas na cidade da Beira.

João Machatine falava, ontem, segunda-feira, no povoado de Haluma, distrito de Nhamatanda, em Sofala, onde observou centenas de famílias que procuram abrigo e viaturas imobilizadas devido ao desabamento de pontes e cortes da via, em consequência do ciclone “IDAI”  e de chuvas intensas que têm caído na região.

Numa altura em que a cidade da Beira está isolada, via EN6,  o Ministro das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos quer a solução do problema o mais breve possível, para se evitar a acumulação de prejuízos.

João Machatine apela as empresas subcontratadas para a asfaltagem da estrada nacional número-6, para envidarem esforços para a reposição o mais rápido possível da transitanbilidade de pessoas e bens naquele troço.

O dirigente disse que a força das águas removeu toda a plataforma da estrada número-6 naquela região e, neste momento, a grande preocupação do executivo é garantir a transitabilidade.

João machatine assegurou que o executivo vai fazer de tudo para que o mais rapidamente possível se consiga garantir, ainda que condicionalmente, a transitabilidade, enquanto se apuram as reais necessidades para uma intervenção definitiva e consistente.

 

(Notícias/RM)

 

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