Director: Júlio Manjate   ||  Directora Adjunta: Delfina Mugabe

A degradação da avenida 4 de Outubro, no troço que liga os bairros do T3 e Zona Verde está a acondicionar o tráfico rodoviário, no município da Matola, província de Maputo.

A rodovia que parte da avenida de Moçambique, no Benfica e desagua nas proximidades do Estádio da Machava, serve também de ligação par vários bairros da Matola e outros pontos da província de Maputo.

Edmilson Paulo, condutor de transporte semi-colectivo de passageiros disse ao Notícias que o estado em que se encontra a via provoca danos nas viaturas durante o trajecto, na tentativa de esquivar dos buracos.

“São idas constantes aos mecânicos devido à deterioração da via que não garante circulação segura. Semanalmente temos que comprar novas peças em substituição da outra porque partiu-se devido a água e buracos. Já reportamos o caso à associação dos transportadores, mas o cenário continua”, disse.

Fernando Ernesto, outro operador desta rota, mostrou-se preocupado com a via, mas diz não ter muitas opções, pois está a trabalhar e não sabe a aquém dirigir a sua preocupação.

“As covas que acumulam água dificultam a circulação. É uma situação gritante que vem se alastrando já a anos, e parece que há falta de sensibilidade por parte dos responsáveis destes actos muito constrangedores”, desabafou.

Por sua vez, Francisco Mário, responsável pelo sector de transporte no município da Matola assegurou que está em curso um projecto de reabilitação das vias de acesso que ligam os bairros do município da Matola.

“Estamos a trabalhar de modo a sanar este problema, os fundos estão a ser mobilizados, para que este problema não se alastre até a próxima época chuvosa.

Num outro desenvolvimento a nossa fonte acrescentou que diligências estão sendo feitas para o asfaltagem das vias que ligam os bairros de Patrice Lumumba – Singathela e São Damanso, bem como com T-3, através da rua Eduardo Mondlane que passa pelo bairro do Infulene.

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MAIS de 3300 livros de assentos de nascimento da 1.ª Conservatória de Registo Civil da Cidade de Maputo serão digitalizados, como forma de garantir melhor gestão e conservação do acervo.

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MURO de vedação reabilitado, apetrechamento dos passeios e sinalização rodoviária fazem a nova imagem da Escola Primária Completa Unidade 18, localizado no bairro do Aeroporto, na cidade de Maputo, resultado de uma intervenção de parceiros.

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Garantir a padronização da acção administrativa e de boa governação, a eficiência e eficácia no desempenho das actividades é o objectivo da capacitação de quadros do governo provincial de Maputo que decorre desde ontem no distrito de Boane.

O curso de capacitação é promovido pelo Ministério de Administração Estatal e Função Pública (MAEFP), através do Instituto Superior de Administração Pública, em coordenação com a Secretaria provincial.

A capacitação tem, igualmente, em vista revitalizar e aprofundar alguns conhecimentos específicos da respectiva área de prestação de serviços.

Discursando na abertura do curso, o governador da província de Maputo, Raimundo Diomba, destacou a importância desta iniciativa, na medida em que o governo, segundo ele, reconhece a necessidade de profissionalizar e dotar, cada vez mais, em matérias de administração pública e governação local, quadros em exercício de funções de direcção, chefia e confiança, com o propósito de elevar as suas capacidades de liderança e coordenação intra e intersectorial”.

Sendo assim, a capacitação irá contribuir para o desenvolvimento e promoção de competências, valores, atitudes, habilidades e capacidades para o desempenho efectivo das atribuições dos membros, convidados do governo provincial e administradores distritais, permitindo-lhes a condução das transformações necessárias nas diversas áreas da administração local do Estado, à uma governação orientada para a satisfação das necessidades e anseios das populações.

Diomba disse ser expectativa do governo que os temas e matérias a serem abordados possam proporcionar uma verdadeira reflexão e aprimoramento do funcionamento da Administração Pública e governação local, com vista a satisfação do cidadão, e da população em geral.

“Somos todos chamados a contribuir com o nosso saber e nossa experiência positiva, e a produzirmos resultados concretos em cada momento da realização das nossas actividades, analisando e avaliando de forma crítica os planos traçados, objectivos alcançados e os resultados apresentados”, afirmou

Depois de apelar para uma participação activa dos participantes, o governador sublinhou que se deve tomar em conta, com este tipo de iniciativas, que a reforma no sector público passa necessariamente por uma reforma individual e colectiva, “com vista ao alcance dos resultados esperados, de um Moçambique cada vez melhor, rumo ao combate à pobreza e à produção de riqueza para todos e para a província de Maputo, em particular”.

“É nosso anseio que se desenvolvam debates francos e abertos das matérias e, sempre que possível a simulação de casos concretos para o correcto domínio do conhecimento, pois o sucesso do Programa Quinquenal do Governo, em geral e dos Planos Económicos Sociais, em particular, dependem em larga medida do vosso empenho e desempenho”, recomendou o governador.

Durante quatro dias, serão ministrados temas como: Normas e Regras de Contratação de Empreitada de Obras Públicas, Fornecimento de Bens e Prestação de Serviços do Estado; Infracções Financeiras; Gestão de Património do Estado; Planificação para o Desenvolvimento Local; Sistema Nacional de Arquivo do Estado e Direito de Acesso a informação.

As matérias incluem ainda a Liderança e Gestão para o sucesso de equipa; Organização e Funcionamento dos Órgãos Locais do Estado; Estrutura Orgânica do Governo Provincial e Distrital; Gestão de Calamidades Naturais; Normas do Protocolo do Estado; Inspecção Administrativa e Financeira do Estado; Combate a Corrupção, e outros temas ligados ao Estatuto Geral dos Funcionários e Agentes do Estado.

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As cidades de Maputo e Matola e a vila de Boane vão continuar a enfrentar restrições no abastecimento de água, devido ao baixo nível de armazenamento na Barragem dos Pequenos Libombos, anunciou ontem o Governo.

A água da rede pública vai continuar a correr todos os dias, durante apenas oito horas. Ainda assim, a situação chegou a ser ainda mais grave entre Fevereiro e Abril, altura em que era disponibilizada apenas durante algumas horas em dias alternados.

A porta-voz do Conselho de Ministros de Moçambique, Ana Comoana, afirmou ontem, em conferência de imprensa, que apenas 29% da capacidade da albufeira está preenchida.

A insuficiência de água na Barragem dos Pequenos Libombos deve-se à baixa precipitação na época chuvosa 2017/2018, que se seguiu a uma seca prolongada no ano anterior.

Ana Comoana assinalou que a albufeira de Cahora Bassa também regista um baixo nível de armazenamento de água, condicionando o fornecimento de energia eléctrica nalgumas zonas do país.

"Com a queda das chuvas a montante, a situação hidrológica das albufeiras no norte e centro está a um bom nível, à excepção da Hidroeléctrica de Cahora Bassa, que continua num nível baixo, condicionando o fornecimento de energia", declarou Ana Comoana.

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