Jornalistas de diversos órgãos de comunicação social foram impedidos, na manhã de hoje, do acesso à sala onde decorre o julgamento do réu Nini Satar, que arrancou na cadeia da máxima segurança, vulgo BO, localizada na Machava, Município da Matola.

Nini Satar é acusado de envolvimento num esquema de falsificação de passaportes.

Os repórteres foram proibidos de aceder à sala de julgamento por guardas prisionais, por não possuir alegadas credenciais emitidas pelo Serviço Nacional Penitenciário, SERNAP.

Na tentativa de dispersar os jornalistas, que se encontravam nas proximidades dos portões da cadeia, um dos guardas prisionais disparou um tiro para o ar, como forma de ameaçar e dispersar os profissionais de comunicação social.

Contudo, por volta das 11 horas, as portas foram abertas para os jornalistas, munidos apenas de bloco e esferográfica, enquanto isso, os gravadores e câmaras de filmar ou fotográficas continuavam inibidas de aceder e ser usado na sala do julgamento.

Damião Cumbana, advogado que representa o réu Nini Satar, estranhou a interdição aos jornalistas, uma vez que os julgamentos são de domínio público.

Por sua vez, Flávio Menete, também advogado do mesmo réu e presidente da Ordem dos Advogados de Moçambique, recusou-se a prestar qualquer declaração à imprensa.

No processo em julgamento são acusados, igualmente, Sahim Mommad Aslam e Cidália Esmeraldo dos Santos.

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