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A governadora da cidade de Maputo, Iolanda Cintura, deplorou sexta-feira o baixo índice de uso do preservativo na prevenção do HIV/SIDA a nível da capital do país.

A governante, que falava em Maputo, à margem do balanço das actividades do I semestre do ano em curso do Conselho Provincial do Combate ao Sida (CPCS), apontou que, no período em análise, foram disponibilizados mais de dois milhões de preservativos masculinos e cerca 50 mil femininos.
Entretanto, segundo a fonte, o uso deste meio de prevenção está abaixo de 56 porcento.

“Na cidade de Maputo não se justificam mais infecções porque a informação está disponível, e os meios de prevenção também. Mas falta mudança de atitude”, afirmou.

Porém, a governadora manifestou optimismo pela redução do índice de contaminação de mãe para filho. “Ficamos satisfeitos com a redução do índice de transmissão de mãe para filho, graças ao facto de que toda mulher grávida que vai à consulta pré-natal faz a testagem do seu estado de saúde. Em caso de ser seropositiva inicia imediatamente com o tratamento”.

Em 2017, a taxa de transmissão vertical a nível da cidade era de 14 porcento. Espera-se que a mesma esteja abaixo de cinco porcento até 2020.

Por sua vez, o Secretário Executivo do CPCS, Samuel Quive, disse, porém, que a Cidade de Maputo tem o índice mais baixo de novas infecções, em relação a outros pontos do país.

No entanto, referiu, continua o desafio de se alcançar a meta de zero novas infecções até 2030.

Segundo ele, o maior desafio é continuar-se com as campanhas de sensibilização, incluindo feiras de saúde para reforçar o aconselhamento e testagem.

Para este ano, o governo disponibilizou pouco mais de dois milhões de meticais (no cambio corrente o dólar equivale a 59,7 meticais) para apoiar as instituições que trabalham directamente com as comunidades na implementação de acções de combate ao SIDA.

Cerca de 1.838 pessoas perderam a vida vítima da doença neste ponto do país, em 2017. A taxa de seroprevalência na cidade de Maputo é de 16,9 porcento, acima da média nacional (13,2 porcento).

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Cerca de 19 por cento da população saiu nos últimos 10 anos das zonas urbanas da cidade de Maputo para residir noutros pontos do país, principalmente na província de Maputo.

O censo de 2007 contabilizava um total de 1.099.800 habitantes na cidade de Maputo, número que aumentou para 1.101.170, segundo os resultados preliminares do censo de 2017. A projecção para a cidade de Maputo indicava 1.273.076 habitantes.

O delegado do Instituto Nacional de Estatística (INE) na cidade de Maputo, António Adriano, explicou que o aumento deste número não se deve à mobilidade, como se pode pensar, mas aos nascimentos, uma vez que a cidade não tem registado, em grande escala, a entrada de novas pessoas.
“A cidade de Maputo não tem registado a entrada de pessoas, mas sim a sua saída. O que está a acontecer é que a população que se encontrava na área urbana está a movimentar-se para outros distritos. Sai da cidade para outras províncias ou locais como Marracuene, Matola, assim como Moamba e Manhiça”, explicou a fonte, falando durante as comemorações do Dia Mundial da População.

Segundo o delegado do INE, citado pela AIM, as pessoas que vivem nas grandes cidades ou em sítios com maior urbanização preferem passar para outras zonas em desenvolvimento, em busca de melhores condições.

Esta mobilidade para outros locais da província de Maputo traz consigo desafios para o governo local, de criar, nas zonas de destino, condições que garantam o bem-estar da população.

“O governo tem melhorado as condições nesses locais. Criamos condições para o acesso à educação. Por exemplo, há novas escolas, novos centros de saúde, estamos a melhorar as vias de acesso e estamos a cobrir estes bairros com energia eléctrica. Então, é com base nessas condições que nos permitimos dizer que estamos a criar boas condições para o melhoramento da vida da população”, disse.

Adriano avançou que a esperança de vida da população na cidade de Maputo é, em média, de 60, sendo 63 para mulheres e 56 anos para homens.

De referir que cerca de 64 por cento da população da cidade de Maputo reside nos distritos de KaMpfumo (33 %) KaLhamankulu (20%) e KaMaxakeni (12 %).

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