AS pequenas embarcações como os “Transportes Boa Viagem” e “Mapapai” fizeram-se ao mar com novas tarifas, a partir de ontem, quarta-feira, passando de 15 para 10 meticais por passageiro, medida encontrada pelos gestores para atrair passageiros perante a concorrência suscitada pela inauguração da ponte. Leia mais

 

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O TRANSPORTE marítimo continua a ser preferência para os que residem e/ou trabalham numa e noutra margem da baía de Maputo, não obstante a abertura, sábado, da Ponte Maputo-KaTembe.

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A EMPRESA Caminhos-de-Ferro de Moçambique (CFM) ameaça interditar a circulação de comboios do serviço Metrobus por alegada falta de pagamento de taxas de uso da linha férrea e inobservância das normas do sistema de gestão de segurança ferroviária. Leia mais

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Um camião que transportava farinha de trigo capotou, na manhã de hoje, gerando transtornos no acesso ao centro da cidade de Maputo a partir da avenida Joaquim Chissano.

 

 

A confusão, que teve início por volta das 7.30 horas, levou a Polícia de Trânsito a autorizar a circulação de veículos em contra-mão, a partir da fábrica 2M em direcção à capital.  

 

 

O que parecia solução para os que faziam o trajecto Matola-Maputo acabou sendo constrangedor para os que faziam o sentido inverso, porém a situação veio a normalizar-se pouco depois das 9.00 horas.

 

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 As famílias que perderam as suas residências, na sequência do deslizamento da lixeira de Hulene, ocorrido a 17 de Fevereiro último, nos arredores da capital do país, queixam-se da morosidade no processo de seu reassentamento e da falta de comunicação por parte do Conselho Municipal de Maputo (CMCM) em relação ao assunto.
O desagrado foi manifestado semana passada, em Maputo, durante um encontro organizado pela Livaningo, uma organização moçambicana que luta pelos direitos das comunidades, que juntou na mesma mesa as vítimas e o Conselho Municipal de Maputo.
O deslizamento de parte da lixeira de Hulene afectou um total de 215 famílias que recebem do município um valor para o arrendamento das residências que actualmente  ocupam, enquanto aguardam pela construção de novas casas nos bairros onde serão reassentadas.
As vítimas manifestaram a sua satisfação pelo facto de o município estar a cumprir com o compromisso de desembolsar no período acordado o valor para o pagamento das suas rendas de casa.
“Disso não podemos reclamar. Recebemos sempre o valor para as rendas”, disse António Hilário, citado pela AIM.
Contudo, lamenta o facto de o município não disponibilizar informação sobre o progresso do programa do seu reassentamento.
“Não sabemos quando isso vai acontecer. Não temos informação alguma. Não sabemos em que ponto de situação estamos”, disse.
António Dias Paulo Matias, outra vítima, diz que “queremos ter as nossas próprias casas. Não é fácil viver numa casa que não é sua. Nessa casa não posso criar nada, não posso fazer nada. Não posso fazer uma pequena machamba, como fazia na minha casa e essa machambinha (horta) ajudava-me”.
Enquanto isso, o director de Salubridade da cidade de Maputo, João Mucavele, disse que depois do lançamento do concurso as casas deverão ser concluídas num período de um ano.
“O município está aqui e deixa a promessa de reforçar a comunicação. O município não pode avançar com datas de conclusão do processo de reassentamento das famílias, pois trata-se de uma actividade que envolve outras instituições”.
A Livaningo pretendia com o encontro reunir as partes envolvidas no processo, incluindo as vítimas e entidades governamentais.
O deslizamento da lixeira matou 17 pessoas e feriu outras cinco. O incidente foi provocado por chuva intensa e, como resultado, o lixo acumulado no local acabou desabando sobre as residências que haviam sido erguidas na base do entulho de lixo.

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