Director: Júlio Manjate   ||  Director(a) Adjunto(a): 

DEZASSETE novos autocarros foram entregues ontem à Empresa Municipal dos Transportes Públicos de Maputo (EMTPM), esperando-se que contribuam para melhorar a mobilidade de pessoas e bens, de forma segura, com qualidade e conforto.

Falando na cerimónia de entrega dos meios circulantes, David Simango, presidente do Conselho Municipal da Cidade de Maputo, disse que com o lote vai aumentar a frequência, reduzir o tempo de espera, melhorar a fiabilidade técnica, além de expandir os serviços prestados nos bairros que actualmente são menos servidos.

O distrito da KaTembe e toda a linha que vai dar aos grandes centros turísticos até à Ponta de Ouro, tal como indicou Simango, são exemplos de zonas onde a empresa deverá responder à problemática de mobilidade.

A fonte precisou que a empresa vai, igualmente, aumentar o volume de passageiros transportados de  31 mil para uma média de 42 mil utentes, numa altura em            que se regista melhoria significativa do sistema de gestão operacional.

“Em busca de soluções, desenvolvemos, com o Governo central, várias opções, visando melhorar as condições de mobilidade urbana na cidade. O destaque vai para a recente criação da Agência Metropolitana de Transportes, instituição do Governo que coordena as acções transversais de transporte entre os municípios da região do Grande Maputo”, disse.

Pedro Inglês, secretário permanente do Ministério dos Transportes e Comunicações, referiu que os autocarros vão aumentar a oferta e dinamizar a mobilidade urbana, criando condições para maior acessibilidade a serviços como saúde, educação, comércio e outros.

“Na nossa intervenção em Boane e Matola, numa cerimónia similar, anunciámos que do lote das 70 unidades adquiridas contemplamos as empresas municipais, por reconhecer o seu papel na cadeia do transporte público, sobretudo na provisão do serviço para utentes especiais como estudantes, idosos e deficientes”, disse.

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PELO menos dois mil cães e gatos serão vacinados ao longo deste mês na cidade de Maputo, no âmbito de uma campanha de reforço da prevenção da raiva envolvendo o sector da agricultura e as clínicas veterinárias.

Ao todo, oito clínicas privadas e a Faculdade de Veterinária da Universidade Eduardo Mondlane (UEM) estão a receber doses de vacina para administrar gratuitamente aos animais. Algumas das clínicas envolvidas na campanha têm dado assistência nos bairros.

Trata-se de uma acção levada a cabo no mês de Setembro, no âmbito das celebrações do Dia Mundial da Luta contra a Raiva. No entanto, o aumento de casos de raiva humana, aliado à proliferação de cães sem dono, acelerou o arranque da vacinação de animais para Julho.

De Janeiro a Junho deste ano, 12 pessoas perderam a vida após serem atacadas por animais. As mortes resultam de 1689 casos de mordedura, na sua maioria por cães.

Para inverter o cenário, as autoridades veterinárias e de Saúde estão a escalar vários bairros de Maputo para vacinar animais, num processo em que se espera que sejam abrangidos mais de 13 mil até Dezembro.

Segundo Margarida Mussimbite, médica veterinária na direcção de Agricultura da cidade, brigadas móveis têm sido montadas nas sedes dos bairros ou locais com grandes aglomerados populacionais para permitir maior adesão ao processo.

“Nós disponibilizamos 500 doses de vacina para cada clínica veterinária com a qual trabalhamos, para que elas possam administrar a vacina gratuitamente. Algumas das clínicas têm feito vacinação nos bairros, acompanhados de técnicos da nossa direcção”, explicou.

Além da vacina para animais, a cidade dispõe de 680 doses de vacina anti-rábica para responder aos casos de mordedura animal por um período de três meses.

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O TRÂNSITO rodoviário na avenida Julius Nyerere e rua do Palmar, na cidade de Maputo, estará condicionado a partir da próxima semana, para dar lugar à abertura de uma vala de drenagem de águas pluviais.

 

 

A intervenção vai abranger também o troço entre a rua do Palmar e o Hospital Privado de Maputo.

 

 

No primeiro caso, a vala de drenagem deverá ser aberta ao longo da rua do Palmar, desde a zona do Hospital Privado de Maputo, desaguando nos semáforos na “Julius Nyerere”.

 

 

A intervenção terá a duração de três meses, período durante o qual os automobilistas são exortados a pautarem por uma circulação segura.

 

 

Segundo Viegas Monhonha, engenheiro da obra, o condicionamento do tráfico será parcial.

 

 

A fonte salientou que, para garantir uma indicação clara dos desvios junto da obra e uma circulação segura, será colocada a devida sinalização.

 

 

 

 

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