MAIS do que uma profissão, o jornalismo é um estilo de vida. Fazendo jus a este princípio, o Conselho de Administração da Sociedade do Notícias considera que a experiência da jornalista Delfina Mugabe, que passou esta semana à “reserva”, será sempre uma mais-valia para a empresa. Leia mais

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A Redacção do Notícias parou hoje, durante pouco mais de 30 minutos, para homenagear a jornalista Delfina Mugabe, que vai à reforma, 34 anos depois de ter integrado o quadro redactorial deste jornal.

Num discurso proferido pelo Director Editorial, Júlio Manjate, ele disse que Delfina Mugabe teve que suportar momentos bons e maus, próprios da profissão, por isso, ela é um exemplo a seguir na área de jornalismo.

Salientou, ainda, tratar-se da primeira jornalista a integrar os quadros redactoriais da empresa que vai à reforma, depois de ter ombreando com colegas, maioritariamente, do sexo masculino, e que nunca desanimou em todas as circunstâncias.Por sua vez, a homenageada agradeceu, emocionada, o reconhecimento que tem de todos colegas, incluindo o prestígio e bom nome que granjeou durante o tempo de serviço na redacção do maior jornal diário nacional.

por sua vez, a homenageada referiu ainda que, não vai parar de escrever para o jornal e manifestou a sua disponibilidade para apoiar todos os colegas que precisarem do seu apoio, tendo revelado que daqui em diante vai abraçar a academia, como docente.

Delfina Mugabe assumiu várias funções com destaque para as de chefe da redacção e directora adjunta editorial, cargo que assumiu até à sua reforma.

Recomendou aos colegas a um maior rigor, cruzamento de fontes, questionar sempre e evitar os desmentidos durante o tempo em que estiverem a trabalhar na produção de conteúdos editoriais.

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Um cidadão foi detido, recentemente, na 15ᵃ Esquadra da Polícia da República de Moçambique, na cidade de Maputo, por extorquir agentes económicos fazendo-se passar por membro da Polícia Municipal (PM).

O mesmo frequentava os estabelecimentos comerciais de KaMubukwana, supostamente, para fiscalizar e disciplinar as possíveis infracções.

Informações disponibilizadas por Joshua Lai, porta-voz da corporação, dão conta de que várias pessoas acreditaram que de facto o cidadão fazia parte da PM e deram-lhe valores monetários para isentarem-se de sanções.

Entretanto, uma das vítimas aproximou-se ao Comando da Polícia Municipal deste distrito com intuito de efectuar o pagamento duma multa e descobriu que se tratava dum impostor.

Concluiu dizendo que a PRM está a trabalhar de modo a identificar os comparsas do indivíduo ora detido, visto que este não actuava sozinho.

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A Polícia Municipal da Cidade de Maputo aplicou 37 multas aos estabelecimentos de venda de bebidas alcoólicas, por poluição sonora no último mês, na cidade de Maputo.

Dos 37 estabelecimentos, o proprietário de uma loja mais conhecido por “calcadão”, na zona olímpica, foi multado pela segunda vez consecutiva, em menos de duas semanas, num valor de 300 mil meticais, por isso, a edilidade está a analisar o caso, podendo culminar com a anulação da licença de comercialização e encerramento do estabelecimento.

“Apesar da sensibilização, da aplicação de multas e da apreensão do equipamento usado na poluição sonora nos estabelecimentos, os proprietários continuam a cometer as mesmas infracções”, segundo Joshua Lai, porta-voz da Polícia Municipal.

Contudo, Joshua Lai diz que na prática, os proprietários das barracas ignoram por completo as recomendações que lhes são dados, continuando a trabalhar e a tocar música alta até a madrugada, sobretudo, durante os fins-de-semana. Há estabelecimentos que tocam músicas num volume muito alto a ponto de causar perturbações nos munícipes à sua volta.

Tem sido notória a tendência de exibir um som potente em relação a qualquer outro que se possa ouvir nas redondezas.Neste contexto, Lai apela à sociedade para mudar de comportamento e pautar pelo civismo e urbanismo.

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A falta de higiene e de pessoal qualificado poderá ditar o encerramento de mais escolinhas e centros infantis por parte da Direcção do Género, Criança e Acção Social da cidade de Maputo.

Nos últimos três anos, pelo menos 10 estabelecimentos de educação pré-escolar foram encerrados na capital, com destaque para o bairro da Maxaquene, por não reunirem condições adequadas.

A directora do Género, Criança e Acção Social da cidade de Maputo, Maria Simão, disse que nas inspecções rotineiras efectuadas pelo sector têm sido detectadas irregularidades, tais como a má localização e falta de segurança, factores nocivos ao desenvolvimento são dos petizes.

Algumas anomalias são denunciadas pelos pais e/ou encarregados de educação, inconformados com as condições oferecidas por estas instituições às quais confiam o cuidado dos filhos.

Maria Simão referiu que nos últimos anos tem se assistido à proliferação de centros infantis sem as mínimas condições para acolher crianças, sobretudo nas zonas periféricas.

“Os proprietários dos referidos centros por vezes nem se preocupam com a higiene e localização, limitando-se a acolher menores com o intuito de obter lucro fácil”, alertou.

Uma vez encerrados os estabelecimentos, as crianças são transferidas para outros com melhores condições.

A fonte revelou que está em curso um trabalho para que a cidade de Maputo não tenha nenhum centro a funcionar fora das normas até 2019.

A capital conta com 142 centros infantis, 110 escolinhas comunitárias e 26 instituições de acolhimento assistidos por 681 educadores de infância.

 

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