PARTICIPANTES no seminário sobre a harmonização da proposta da Estratégia Nacional da Segurança Cibernética, que teve lugar recentemente na cidade de Nampula, acolhem o debate e defendem que  este deve deve ser feito tendo em conta a realidade moçambicana.

Afirmaram que por se tratar de um conjunto de meios e tecnologias que visa prevenir  danos e intrusões ilícitas, os programas de computadores, redes e dados, os riscos a que os usuários dos  sistemas informáticos se submetem diariamente, a política de segurança afigura-se oportuna.

Por seu turno, o director provincial dos Transportes e Comunicações de Nampula, Francisco Paiva Bonzo,  referiu que o Governo moçambicano está a investir, à semelhança dos outros países, na pesquisa e aquisição de novas tecnologias de segurança de informação, em face do crescimento da presença de dispositivos computacionais conectados e consequente aumento de riscos  a ele associados. 

Apontou a realização deste evento, que contou com a participação de entidades governamentais de vários níveis, desde os sectores privado, Justiça, Polícia e sociedade civil, como exemplo do trabalho qu está a ser empreendido pelo Executivo moçambicano para a cibersegurança, que é, na essência, um complemento da segurança patrimonial.

Roubo de identidade, fraude bancária ou do correio electrónico são apontados como sendo os crimes cibernéticos comuns que o país já está a registar, usando as diversas Tecnologias de Informação e Comunicação.

Mesmo havendo a necessidade de que estas cheguem aos distritos, localidades e zonas mais recônditas,

Adilson Gomes, ponto focal para elaboração da Estratégia Nacional de Cibersegurança, defende que encontros do género têm em vista colher contribuições ao nível nacional para a elaboração de um documento que será submetido ao Conselho de Ministros para a sua aprovação.

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Editorial

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