Cursos de pós-graduação (mestrados e doutoramentos) e a edificação de mais centros de excelência são algumas das prioridades da Associação das Universidades Africanas (AAU), instituição dirigida por Orlando Quilambo, Reitor da Universidade Eduardo Mondlane (UEM).

Falando há dias, na cidade de Maputo, na primeira reacção após a sua eleição para o cargo, Quilambo disse que a escolha dos níveis de pós-graduação visa garantir que mais cidadãos africanos possam realizar a investigação.

A sua expectativa é alargar o ensino à distância nos níveis de licenciatura, uma vez que os cursos de mestrado e doutoramento ainda absorvem um número reduzido de estudantes.

“Daremos prioridade ao curso de pós-graduação e à melhoria das condições de acesso porque neste momento os cursos presenciais não absorvem muitos estudantes”, disse.

No cumprimento do seu mandato, Quilambo vai potenciar, igualmente, a construção de infra-estruturas. Assim, é sua expectativa edificar mais centros de excelência, instituições que têm como foco a pesquisa e o desenvolvimento regional.

“Queremos melhorar as nossas infra-estruturas para que os nossos estudantes tenham melhores condições de trabalho. Outro desafio é tornar o ensino de maior qualidade. É nosso anseio aumentar o número de universidades que fazem parte do nosso organismo”, salientou.

A AAU congrega 380 universidades, grande parte das quais da África Ocidental e Central. A região austral é a que menos instituições de ensino superior tem neste órgão. No país são também membros do organismo as universidades Pedagógica (UP) e Católica de Moçambique (UCM). Outra prioridade de Quilambo é criar condições para que mais instituições de ensino superior adiram e tirem benefícios do que a AAU oferece.

A eleição de Orlando Quilambo aconteceu no término da 14ª Assembleia Geral da Associação, que decorreu em Acra, Gana. Antes era vice-presidente da organização.

Esta é a terceira vez que a UEM entra na direcção da Associação das Universidades Africanas, depois de, na década de 1990, o Professor Narciso Matos ter ocupado o cargo de secretário-geral do órgão. Outros antigos reitores da instituição, Brazão Mazula e Filipe Couto, foram igualmente membros do conselho de direcção.

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