Alunos de pelo menos 16 escolas, maioritariamente primárias, de Maputo, Gaza e Inhambane, têm clubes ambientais, fóruns de partilha e discussão de mecanismos de preservação da natureza e minimização dos efeitos das mudanças climáticas.

Os clubes vêm sendo instalados desde 2015 numa coordenação entre o Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano e a Kulima, uma organização não-governamental que trabalha em questões na área de desenvolvimento sustentável.

Dos 16 órgãos ambientais, dois acabam de ser criados este ano e ontem as crianças envolvidas e os respectivos professores coordenadores foram capacitados sobre preservação do meio, mudanças climáticas e uso de energias novas e renováveis, como lâmpadas solares.

A capacitação abrangeu ainda o uso de fogões melhorados que poupam lenha e/ou carvão, contribuindo para a redução do abate de árvores.

Anathalie Musabyrariya, da Kulima, disse que a ideia dos clubes nas escolas é disseminar as boas práticas ambientais nas crianças a partir de tenra idade e potenciar o seu carácter mobilizador aos irmãos mais velhos, país, famílias e comunidade.

Acredita-se que educando os menores pode-se conseguir ter uma futura geração mais consciencializada dos problemas ambientais e cuidados a prestar à natureza. Outra vantagem é que as crianças facilmente ensinam os mais velhos com os quais diariamente interagem.

Os dois novos clubes ambientais estão nas Escolas Primária Unidade 25 e Secundária Sansão Muthemba, ambas localizadas no distrito municipal de KaMaxaquene, na cidade de Maputo.

Artur Dombo, director da Educação e Cultura naquela área da capital, disse que os clubes ambientais têm um papel muito importante na medida em que disseminam boas práticas nas crianças e estas levam-nas às famílias e comunidades nas quais vivem.         

Garantiu que os ensinamentos já começaram a mudar a atitude dos menores, havendo hoje maior consciência sobre os cuidados a ter com o ambiente que se traduzem no plantio de árvores e jardinagens das escolas.

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