O presidente da República, Filipe Jacinto Nyusi, deu prazo de 15 dias, a partir de 4 deste mês, para pôr fim à poluição dos rios por garimpeiros.

Falando num encontro com os operadores mineiros, em Manica, Nyusi insurgiu-se contra o sector dos Recursos Minerais e Energia que, segundo disse, pouco faz perante o fenómeno que está a destruir a fauna aquática e a poluir os rios que, em consequência, já não servem para a irrigação dos campos agrícolas, abeberamento do gado e uso diverso por causa da população.

O director provincial dos Recursos Minerais e Energia, João de Lima, disse que, entre outros motivos, a poluição se agrava pela insuficiência de fiscais para controlar e estancar o problema, facto aliado à desobediência dos operadores mineiros perante as imposições legais sobre a matéria, uma justificação reprovada pelo Chefe do Estado.

Antes do encontro com os operadores mineiros e visitas a empreendimentos económicos do distrito de Manica, o Presidente da República visitou a feira provincial de produtos agro-pecuários, local onde diferentes instituições públicas e privadas expuseram as potencialidades da província.

No comício de Machipanda, Nyusi reiterou: “Temos que vencer o orgulho e falarmos livremente uns com os outros, nos acarinharmos uns com os outros porque Moçambique é de todos e os moçambicanos são uma única família”, acrescentando que “os partidos são uma questão de ideologia e os moçambicanos não se devem perseguir uns aos outros em razão das suas diferenças ideológicas”.

“Eu estou aqui por dois motivos: No ano passado, quando cá viemos, disseram-me que vai dialogar com o seu irmão Dhlakama visando a paz. Eu fui e estou a fazer isso. Temos estado a conversar. Assinámos o acordo das tréguas, mas o que queremos é que passemos desta fase de tréguas para a paz definitiva” realçou Nyusi.

Na ocasião, o Chefe do Estado indicou que o problema de Moçambique não é apenas a produção. Disse que, “os nossos amigos que nos ajudavam deixaram de o fazer e passamos a viver dos nossos impostos. Se trabalharmos mais, produzirmos mais, pouparmos divisas, reduzirmos as importações e, desta forma, minimizaremos o impacto da falta de ajuda externa ao nosso orçamento”.

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