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O Instituto Nacional de Comunicações de Moçambique (INCM) precisa de acelerar a conclusão dos processos de migração digital e de ampliação da banda larga, de modo a assegurar a elevação da qualidade dos serviços de comunicação prestados aos cidadãos.

Tomaz Salomão, antigo ministro dos Transportes e Comunicações, considera que para operacionalizar este objectivo, o INCM precisa abraçar a inovação e realizar mais investimentos no capital humano e nas infra-estruturas, condições de base para garantir eficiência no seu papel de regulador do sector das telecomunicações.

Tomaz Salomão é uma das figuras que impulsionaram reformas no INCM, que abriram portas à liberalização do sector das telecomunicações e consequente entrada de operadoras privadas. Ontem, o antigo governante interveio num seminário realizado em Maputo por ocasião dos 25 anos de criação do Instituto Nacional de Comunicações de Moçambique.

“O mercado de telecomunicações é bastante concorrido e, por isso, o INCM deve apostar em potenciar-se para que continue a ser referência na região. Esforços devem feitos no sentido de se aumentar a rede de distribuição das linhas telefónicas, que continua pequena, comparativamente a outros países da região” disse.

Fazendo uma incursão pelo passado do Instituto Nacional de Comunicações de Moçambique, Tomaz Salomão referiu que o percurso não foi feito sem dificuldades, tendo mencionado as barreiras criadas pelos actores estatais na liberalização do mercado das telecomunicações.

“As Telecomunicações de Moçambique (TDM) e a Mcel estavam blindadas para impedir a entrada de novos concorrentes. Houve “lobbies” para inviabilizar a liberalização do mercado de telecomunicações”, recordou. “A consequência disso – prosseguiu - foi a baixa qualidade de concorrentes que responderam ao primeiro concurso lançado a busca de uma segunda operadora móvel, depois da Mcel”.

O encontro decorre sob o lema “pela comunicação segura”, que segundo a presidente do Conselho de Administração do INCM, Ema Chicoco, faz juz aos imperativos da segurança cibernética, que é uma preocupação da actualidade, tanto ao nível nacional  como internacional.

O INCM é a autoridade reguladora dos sectores postal e de telecomunicações e tem por finalidade   a regulação e fiscalização dos sectores postal e de telecomunicações, bem como a gestão das frequências radioeléctricas. Com a criação do INCM, em 1992, o país passou de um único operador de telefonia fixa para três operadores de telefonia móvel, e ainda de um único operador de serviços postais para cinquenta e três.

 

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