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quarta, 20 junho 2018
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MOÇAMBIQUE é banhado pelo Oceano Índico e no seu interior correm vários rios, entre os quais o Zambeze, um dos maiores de África e do mundo, o que pressupõe que haja água em abundância para o consumo humano e para outros fins, tais como a agricultura e pastorícia.

No entanto, e contra todas as expectativas, regiões do país há em que a população se debate com sérios problemas de falta deste recurso natural e outras em que a água chega aos decilitros ou existem constantes interrupções no seu fornecimento, tal é o caso das cidades de Maputo e Matola, na província de Maputo. Mas neste caso, a figura é o distrito de Muanza, na província de Sofala, no centro do país, em que as pessoas são obrigadas a percorrer longas distâncias para ter acesso a este recurso. Para tal, estes moçambicanos, mulheres em particular, não poupam esforços e recorrem a todos os meios e recipientes para conseguir água. Às vezes, uma só mulher consegue transportar vários recipientes para ter mais água para a sua família. Certamente que o processo de regresso já não é similar ao da ida ao fontanário. Noutras situações, estas mesmas mulheres convidam as filhas e até usam veículos de tracção humana, como bicicleta, para transportar o maior número de bidões com água. Os mais novos transportam à mão aquilo que conseguem levar, afinal vale tudo. Vale mesmo, nem que seja para pedir ajuda aos homens da casa, pai e filho, para empurrar a carrinha ou “tchova”, no sul do país. O que importa é ter a maior quantidade de água possível para satisfazer as necessidades domésticas diárias, evitando assim o recurso ao fontanário todos os momentos, afinal a água pode escassear. Já com o recipiente cheio de água não há melhor coisa que regressar à casa com o jerricã à cabeça, seguro de que há água para consumo e para o resto das necessidades. Mas Muanza não vive só problemas de falta de água. O distrito tem outros factos surpreendentes como mostra a objectiva de António Gombe, nosso fotógrafo da delegação da Beira, em que mulheres percorrem longas distâncias de bicicleta para fazer as suas compras para as necessidades básicas da casa. No regresso, as bicicletas transportam as mercadorias e as senhoras caminham a pé. Surpreendente também é a alternativa encontrada para a comercialização do carvão vegetal, usado como combustível para a confecção de alimentos. As bicicletas são mostruários que perfilam numa artéria do distrito e, ao comprar um saco, o cliente tem o meio de transporte para entrega ao domicílio.

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