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JUSTIFICANDO a importância de um “chef”, Carlos da Graça, 33 anos de carreira, foi curto e directo: “ninguém vive sem comer”. Nem mais nem menos palavra. O que é, de todo, verdade, até porque, olhando para uma das lembranças que nutre a memória da casa dos nossos pais, em alguns casos, é o sabor da comida confeccionada pela mãe ou pela avó.

Ontem foi celebrado o Dia Internacional do Chef - que é o responsável pelos aromas e gustações que nos encantam e enfeitiçam nos restaurantes, “buffets” e banquetes de celebrações, sobretudo, especiais. A quem, desde já, endereçamos as nossas congratulações.

Não deixa de ser uma oportunidade para, igualmente, colocar no Olimpo da gastronomia as donas “Maria”, que com os seus temperos e aprendizado caseiro, nos mercados, alimentam, com pratos deliciosos, diga-se de passagem, aos transeuntes aflitos (ou não) em satisfazer a sua fome. Mesmo porque, conforme diz o ditado, “saco vazio não fica em pé”.

Entretanto, não podemos permitir que a imundice que as cozinhas dos restaurantes - donde apenas tínhamos acesso aos aromas que nos acenam em sinal de que um prato deleitoso está à espreita da nossa mesa - visitadas e interditadas pelo Instituto de Actividades Económicas (INAE), se tornem letra morta, coberta de poeira, depositada na efemeridade de um jornal velho, já pendurado no vidro de alguma instalação em obras.

Neste sentido, reconhecendo, claro, que a culpa desses tristes factos não é apenas deles, mas partilhada por toda a equipa, e, sobretudo, do patronato, não deixa de ser uma nódoa estacionada na reputação dos “chefs” de cozinha.

A expectativa é que, deste espaço, nos venham apenas relatos revelando alguns segredos dos “chefs” para tão suculentos manjares que nos têm encantando e animado o paladar enquanto degustamos.

Uma vez que a intenção é, no global, encontrar um lugar ao sol para a cultura nacional, da qual a gastronomia é parte, deste modo estaríamos a contribuir para que esse sonho não termine entre as almofadas e lençóis, pois haveria segurança, antes de mais, por parte dos nacionais de se lambuzar aos nossos sabores e, a posterior,os estrangeiros.

Sabe-se que, depois da Guerra Fria, teóricos há de diferentes correntes e disciplinas académicas que falam de uma suposta “Soft War”, que é descrita como uma guerra cultural, cuja maior arma é a difusão da cultura, que traz consigo um conjunto de valores e ideologias. Sendo verdade ou não, o facto é que temos que nos emancipar e nos colocar em posição de ombrear com qualquer gastronomia do mundo.

Num mundo, graças à uniformização de padrões veiculada, sobremaneira, pela media (televisão, rádio, redes socias na internet, a própria internet, jornais e revistas), em que tudo tende a ser igual, apostar no diferencial que é, por exemplo, a nossa mathapa, mucapata e vários outros, que só nós fazemos como fazemos, é meio caminho andado para o destaque. E é possível.

Neste contexto, aproveitamos a data da celebração do Dia Internacional do Chef para convidar ao palco a exigência de destaque dos pratos tradicionais moçambicanos na indústria hoteleira e de restauração a operar no país.

Para já, até sugerimos um “slogan” para a campanha (mas esta não pode ser apenas para cumprir os calendários, sim para semear na consciência que esta é uma mudança inevitável), que seria o seguinte: “Nosso sabor em primeiro”.           

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