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quinta, 19 julho 2018
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O CONCEITO de dançar varia da pessoa para pessoa, de lugar para lugar e de sociedade para sociedade. Muitas vezes ouvimos espantosas frases do tipo “sicrano ou beltrano não sabem dançar”, simplesmente porque a execução dos seus passos não se assemelham aos nossos ou porque não estão ao ritmo da música que toca na ocasião.

 Outras situações ocorrem quando em convívios ou ocasiões festivas aparece alguém que não segue a sequência dos demais e dança a maneira como a sua alma o indica. Sem desvalorizar o trabalho dos coreógrafos profissionais e das escolas de dança, a história mostra que não precisa conhecer as músicas, os ritmos ou coreografias para dançar, basta libertarmo-nos e fazermos as coisas como a nossa inspiração sugere. Pouco importa se uns mexem para a esquerda, enquanto tu vais à direita ou uns se agacham e tu continuas em pé, afinal tudo o que interessa é o “show” da ocasião. Estes dois senhores, já com alguma idade avançada, juntaram-se a um grupo de jovens que numa cerimónia qualquer tentam mostrar que também acompanham a actualidade rítmica. Não sabemos qual é a música que dançavam, mas pela animação e o nível de empenho, dá para imaginar que o ritmo é bastante animado, a olhar pelo nível de execução. O mesmo já não acontece com este grupo de tufo, dança originária da província de Nampula, que mostra que é possível diversas pessoas seguirem a mesma coreografia e tornar a dança mais inspiradora a ponto de atrair a atenção do nosso colega Isaías Sitoe, que captou a imagem. Apesar de ser possível dançar sem música ou alguma canção, muitas vezes o som dos tradicionais tambores sempre inspira as pessoas a mexer o corpo, seguindo a mesma coreografia ou não, mas basta o som de um tambor para mexer ou abanar o corpo. Para isso, não se olha a idade, e estas “mamanas” são o exemplo disso, ao dar um pouquinho de “show” num pavilhão perante uma multidão de adolescentes e jovens que não acreditam que aquele estilo de dança poderia ser executado por mulheres daquela idade. Mas como é mesmo só um pouquinho de “show”, a mamã Graça Machel lembra que tem que ser mesmo um pouquinho, sob pena de posteriormente as articulações começarem a queixarem-se, afinal as capacidades reduzem com o passar da idade, mas é só mesmo um pouquinho de “show”, mamã Graça, só um pouquinho.

 

 

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