Director: Júlio Manjate   ||  Directora Adjunta: Delfina Mugabe

A SELECÇÃO Nacional de Futebol de sub-17 trabalha a todo vapor com vista ao Torneio da COSAFA, a decorrer de 21 a 30 do mês em curso, nas Ilhas Maurícias. Com os trabalhos intensivos iniciados na última segunda-feira, o técnico dos “Mambinhas”, Nasser Amade (Nelinho), diz reunir no grupo de 25 jogadores de que dispõem a estas alturas a matéria-prima necessária para fazer face ao evento na qual estarão representados os países da região austral.

Os mesmos constrangimentos de sempre perseguem os “Mambinhas”, que trabalham sem a oportunidade de se testarem por falta de jogos de controlo. Aliado a isto, é que a maioria dos convocados não tem experiência internacional, ou seja, é a primeira vez que são chamados à Selecção Nacional. Apenas três dos quatro que sobram do grupo que fez parte da última campanha para o CAN ora terminado em Abril integram a lista de convocados para “Cosafa”. Isso obriga a equipa técnica a trabalhar a partir da base para, primeiro, incutir aos jogadores a mentalidade e postura que se exigem de uma Selecção Nacional, segundo, elevar ou aprimorar as qualidades técnico-tácticos e habilidades de cada jogador e posterior inserção na metodologia ou processos de jogo (sistema táctico) que devem caracterizar a actuação dos “Mambinhas” no rectângulo do jogo.

Nelinho reconhece que está perante um grupo que necessita de todo tipo de condimentos para poder se encaixar nos “carris” e poder corresponder às expectativas no “Cosafa”, mas está confiante no facto de contar com jogadores talentosos e que já trabalham há mais de cinco meses nos seus respectivos clubes, portanto já com alguns itens consolidados, nomeadamente no que diz respeito à condição física e técnica dos jogadores, cabendo a si e seus auxiliares trabalhar mais na componente táctica, ou seja, no modelo e processos de jogo.

“Penso que fizemos as escolhas possíveis e necessárias e estamos convictos de que este grupo vai dar-nos garantias naquilo que pretendemos que seja o comportamento da nossa selecção no “Cosafa”. Temos aqui atletas da Copa Coca-Cola e Jogos Escolares e sentimos que este grupo vai assegurar-nos uma participação condigna e uma boa visibilidade de Moçambique nesta competição”, comentou Nelinho, para quem uma das formas de conferir maior entrosamentos e competitividade aos jogadores é pô-los a jogar com as equipas “B” que evoluem nos campeonatos da cidade de Maputo.

“Estamos a incidir nos aspectos técnico-tácticos para que eles possam ter um entrosamento rápido. Acreditamos numa forma de competir diferente do passado porque temos um grupo que nos garante uma certa tranquilidade”, reiterou.

“MAMBINHAS” NUM GRUPO DE “MORTE”

Os “Mambinhas” estão num grupo muito difícil, o que aliado à falta de competitividade pode ofuscar, à partida, as suas aspirações de transitar para a fase seguinte (quartos-de-final). Integram o Grupo “B” com a Zâmbia, África do Sul e Madagáscar, selecções que apostam na formação.  

Os “Mambinhas” estreiam-se no dia 21, defrontando a África do Sul; jogam dia 23 com Madagáscar e enceram a fase de grupos medindo forças com a Zâmbia, no dia 25.

Comentando a este facto, Nelinho reconheceu que se trata de um grupo forte, mas frisou que Moçambique estará lá para também mostrar o que sabe.

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