Director: Júlio Manjate   ||  Directora Adjunta: Delfina Mugabe

AS CIDADES de Maputo e Nacala são palcos de dois “derbies” susceptíveis de causar profundas alterações na classificação do Moçambola e também nas equipas técnicas dos clubes envolvidos nestes desafios da oitava jornada do campeonato.

Na capital do país, precisamente no relvado sintético dos “canarinhos”, a turma da casa recebe o líder Ferroviário de Maputo, enquanto no Estádio da Bela Vista joga-se o sempre apetecível Desportivo-Ferroviário de Nacala.

Depois do baptismo jornada passada com um nulo no Chibuto, Horácio Gonçalves apresenta-se hoje, a partir das 15:00 horas, aos seus adeptos perante um Ferroviário de Maputo em crescimento e com ganas de conquistar o título, vindo de uma vitória oportuna sobre o campeão em título, UD Songo, por 1-0.

Os “locomotivas” somam 15 pontos, mais seis que o adversário, pressionado a vencer para não se atrasar ainda mais dos primeiros lugares. Portanto, os ingredientes são bastantes para o prato oferecido aos adeptos ser dos melhores do futebol moçambicano.

Na Bela Vista, Sérgio Faife tem provavelmente a sua última final no comando técnico do Desportivo de Nacala, com apenas cinco pontos. E o adversário é justamente o grande rival, Ferroviário, também furos abaixo do que demonstrou época passada, seguindo com oito pontos.

No último jogo, para a Taça de Moçambique, o Desportivo afastou os “locomotivas” e esse resultado serviu para serenar os ânimos dos adeptos “canarinhos”. É quase certo que um desaire empurra Sérgio Faife para fora da cidade portuária, onde curiosamente já foi feliz defendendo as cores do adversário de amanhã, a partir das 15 horas.

O Clube do Chibuto também joga amanhã de olhos postos no primeiro lugar, bastando vencer em Quelimane o 1º de Maio e o Ferroviário sair infeliz do campo do Costa do Sol. Os “guerreiros” de Gaza estão na terceira posição, com doze pontos, mais cinco que os “operários” da Zambézia.

No Estádio Nacional do Zimpeto está agendado um embate entre dois emblemas descontentes com seus níveis de produção. Por um lado, o Maxaquene, em zona de despromoção, com apenas seis pontos, e, doutro, o ENH de Vilankulo, pouco acima, com oito pontos.

O empate a um golo conseguido pelos “tricolores” na Beira e a vitória tangencial por 1-0 dos “hidrocarbonetos” na recepção ao 1º de Maio, pode ter sido o primeiro passo da desejada reviravolta. Mas para quem? A resposta pode ser encontrada no desfecho da partida de amanhã no Zimpeto.

O rei dos empates – já são cinco - Ferroviário da Beira, 11 pontos, enfrenta o Sporting, cinco pontos, em Nampula, num desafio que vale muito aos “leões” na sua luta pela manutenção, atendendo que permanecem na cauda da classificação com escassos cinco pontos.

Destaque ainda para esta jornada a deslocação do Ferroviário de Nampula, doze pontos, ao terreno da UP Manica, oito pontos. Ambos conjuntos estão a subir degraus na classificação e podem intrometer-se nos lugares de pódio a breve trecho.

Em Xinavane, o Incomáti de Carlos Manuel “Caló”, sete pontos, recebe o Textáfrica, a crescer a olhos vistos e somando já doze pontos. A turma da casa não está tão mal assim, até porque perdeu pontos com os proclamados candidatos ao título, sendo os “fabris” adversário do “seu campeonato”.

Notar que o desafio entre a Liga Desportiva de Maputo e União Desportiva de Songo foi adiado para uma data a anunciar devido a participação do campeão nacional na Taça CAF.

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