Director: Júlio Manjate   ||  Director(a) Adjunto(a): 

SEIS indivíduos suspeitos de tráfico de marfim, mercúrio, engenhos explosivos e pedras preciosas estão a ser julgados à revelia, desde ontem, na cidade da Beira, província de Sofala.

Os meliantes foram detidos em flagrante delito pelos fiscais do Parque Nacional da Gorongosa (PNG), em Setembro de 2017, na zona tampão desta área de conservação.

Na altura, os suspeitos foram encontrados na posse de duas pontas de marfim, carne de caça, pedras preciosas e frascos contendo mercúrio, que era usado no garimpo. 

De acordo com um comunicado emitido pelos gestores do Parque da Gorongosa, os indivíduos detidos tentaram na ocasião, sem sucesso, subornar os fiscais do PNG.  

Consta também que foram encontrados nos telemóveis de alguns dos suspeitos trocas de fotos e mensagens relacionadas com o tráfico de engenhos explosivos e pó de embalsamar cadáveres, este último, usado no narcotráfico.

Os indiciados aguardavam pelo julgamento em liberdade, após terem pago cauções que variaram de 40 a 50 mil meticais.

De acordo com a Lei de Protecção, Conservação e Uso sustentável da Diversidade Biológica, o tráfico de marfim é punido com uma pena de prisão maior de 12 a 16 anos e multa correspondente.

A pressão sobre as populações de elefantes no país tem vindo a intensificar-se, o que implicou a intensificação de medidas de combate à caça furtiva e tráfico de produtos de espécies protegidas por parte do governo.  

A Reserva Nacional do Niassa e o Parque Nacional do Limpopo são apontados como as principais áreas de conservação afectadas pelo fenómeno. Contudo, actualmente tem-se registado um aumento da presença de grupos criminosos, entre os distritos de Gorongosa e Marromeu.   

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