ASSIM quis o destino no regresso de Aleixo Fumo no comando técnico de Ferroviário da Beira ser brindado com uma vitória de uma bola sem resposta diante do Estrela Vermelha de Maputo, na partida referente à 25.ª jornada do Moçambola.

A partida não foi toda de encher o olho e os números falam por si, visto que o Ferroviário da Beira, que entrava para este jogo com objectivos claros de vencer e continuar a alimentar a esperança de alcançar o primeiro lugar, enquanto os “alaranjados” vinham para lutar pelo empate.

Feito isso, os “locomotivas” da Beira, agora treinados por Aleixo Fumo, lançaram-se para cima do seu adversário com jogadas bem elaboradas, mas os seus atacantes (Maninho e Nelito) eram muito perdulário na hora de visar a baliza contrária. Foi assim que, aos sete minutos, Gildo, na área, depois de tirar dois adversários do caminho remata forte, mas a bola passa rente ao poste direito.

Estava assim dado o aviso à navegação da turma da casa perante um Estrela Vermelha manhoso e remetido à sua defesa a tentar sair em contra-ataque, sobretudo às custas de Gregório pelo lado esquerdo. Era pouco parar as investidas dos “locomotivas” que estavam focados ao ataque sem, no entanto, conseguir os seus intentos de introduzir a bola no fundo da baliza.

O capitão Maninho era dos poucos jogadores inconformados com o nulo e, aos 27 minutos, numa jogada individual, consegue driblar três contrário e assiste Nelito, este com o guarda-redes pela frente remata para a figura do “keeper”. Novamente, Maninho entra em acção aos 32 minutos. Ganha em disputa com adversário, remata colocado, mas a bola é parada pela trave.

De tanta insistência, o Ferroviário da Beira chega ao golo, aos 36 minutos, por intermédio de Fabrice, que levou a melhor na disputa com o guarda-redes Frank, ao saltar mais alto e de cabeça a enviar a bola para o fundo das malhas. Estava assim feito o golo com o qual as duas equipas foram ao intervalo.

Na etapa complementar as coisas mudaram de figura. O Ferroviário da Beira cedeu terreno ao Estrela Vermelha que se agigantou e acreditou que podia sair do caldeirão com outro resultado.

Neste período viu-se mais Estrela Vermelha e pouco Ferroviário da Beira que jogava em função do resultado que trazia da primeira parte. Nem as mexidas operadas por Aleixo Fumo foram suficientes para minimizar o crescimento do seu adversário.

Aliás, o Estrela Vermelha, nesta etapa, teve mais posse de bola, mas foi o Ferroviário da Beira que teve claras oportunidades de golo desperdiçadas por Nelito, Maninho e depois Tsepo.

FICHA TÉCNICA

ÁRBITRO: Paulo Buque, assistido por Manuel Nelson e Hilário Vilanculos, sendo Nilton Sabino o quarto.

FERROVIÁRIO DA BEIRA: Soarito; Hagy, Cufa, Amorim e Edson; Gildo (Dayo), Thomas (Ricardo), Nfiki (Tsepo) e Fabrice; Nelito e Maninho.

ESTRELA VERMELHA: Frank; Alan, Óscar, Hilário e Kikito; Kley (Mandinho), Adebayor (David), Loló e Gregório; Chorão e Rachid (Yanick).

ACÇÃO DISCIPLINAR: Amarelo para Hagy e Thomas (Ferroviário da Beira).

PETROCE JÚNIOR (colaboração)

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