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TODAS as decisões cruciais atinentes à implementação dos projectos de exploração de gás natural da bacia do Rovuma, na província de Cabo Delgado, serão tomadas ao longo deste semestre.

Com efeito, segundo Omar Mithá, presidente do conselho de administração da Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH), braço empresarial do Governo nesta área, espera-se que a Eni, operadora de referência da Área 4, tome a decisão final de investimento ainda este mês, e o fecho financeiro até ao final do semestre.

A Eni pretende instalar offshore (no mar) uma plataforma flutuante de liquefação de gás natural com capacidade para 3,4 milhões de toneladas por ano e deverá ficar localizada sobre o campo de gás Coral Sul, onde se estima a existência de pelo menos 16 biliões de pés cúbicos de gás, o suficiente para abastecer uma segunda plataforma se as condições de mercado forem favoráveis.

Omar Mithá assegurou que a estrutura comercial deste projecto está quase concluída, sendo que neste momento cada banco está a decidir sobre a parte que vai financiar, sabido que se trata de um empreendimento com um orçamento global de 10 biliões de dólares norte-americanos, sendo que entre sete e oito biliões devem ser aplicados nesta primeira fase.

“Portanto, penso que haverá boas notícias no sentido de que teremos um projecto sem precedente na região da África Austral. Pela sua dimensão será, certamente, o maior projecto de investimento em Moçambique”, frisou Omar Mithá.

Em finais do ano passado, a Eni firmou o contrato de venda de gás à British Petroleum (BP), um dos principais actores no mercado petrolífero mundial.

Em relação à Área 1, operada pela Anadarko, o projecto está bem encaminhado, prevendo-se para breve o arranque da construção da vila de reassentamento das famílias que vivem nas áreas abrangida pela futura planta de processamento.

A construção da vila de reassentamento será o resultado dos consensos que estão a ser alcançados nas discussões entre as duas operadoras, Governo, comunidades afectadas e representantes de organizações de sociedade civil.

Recentemente, o Governo e as operadoras assinaram os acordos de concessão marítima para a zona de Afungi, em Palma, zona que vai acolher a planta de processamento de gás.

“Faltavam ainda algumas aprovações como as concessões marítimas de Afungi para a construção do complexo industrial. Do lado do Governo já não há questões substanciais, fora a aspectos de linguagem sobre como isto se traduz para o decreto-lei”, considerou Omar Mithá.

A planta onshore (em terra) de GNL (gás natural liquefeito, da Anadarko) consistirá de duas unidades de liquefacção, cada uma com capacidade de produção de 6 MMTPA (milhões de toneladas por ano), o que representa um acréscimo de 1 MMTPA por unidade de liquefacção em relação ao plano original.

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