Director: Júlio Manjate   ||  Director(a) Adjunto(a): 

Mais de trinta representantes das empresas concessionárias da área de algodão no país encontram-se esta semana a participar, na cidade de Nampula, num seminário de aperfeiçoamento das técnicas de produção desta cultura de rendimento e estratégica para a economia nacional.

O aprimoramento das técnicas incide sobretudo no processo de cultivo do algodão caroço, desde a fase de sementeira até à da colheita, com vista a contribuir para o aumento da produção e produtividade.

Amélia Sidumo, uma das monitoras do evento e que tem vindo a trabalhar com o Instituto de Algodão de Moçambique (IAM), explicou que se pretende que a produção de algodão seja feita de forma sustentável, contrariando alguns cenários actuais.

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O Ministério da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural (MITADER) e o Fundo Internacional de Desenvolvimento da Agricultura (FIDA) anunciaram o lançamento da segunda fase do Programa de Promoção dos Mercados Rurais (PROMER), que vai abranger 15 distritos da região norte.

À Gapi foi confiada a missão de prover assistência técnica aos produtores de seis distritos, facto que esta instituição financeira de desenvolvimento vai complementar com a  introdução da componente de financiamento, tal como na primeira fase, na qual mobilizou recursos adicionais na ordem de 1.8 milhões de meticais para facilitar o  acesso a serviços financeiros nas zonas rurais.

O anúncio do lançamento da segunda fase foi feito pelo director nacional do Desenvolvimento Rural, Olegário Banze, durante a realização de um seminário nacional que marcou o arranque das actividades desta fase, que cobrirão o triénio 2019-2021.

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O sector da Agricultura na província de Nampula projecta produzir, até 2020, um total de 21 mil toneladas de carne de frango.
Actualmente, segundo o respectivo director provincial, Jaime Chissico, Nampula produz 14 mil toneladas de carne de frango, contra as 18 mil necessárias.
“Precisamos de trazer conhecimento para aumentar não apenas a qualidade, mas também a quantidade das aves que produzimos. Temos, pois, o desafio de chegar às 21 mil toneladas até 2020. Esperamos, por isso, contar com a colaboração de todos”, afirmou o director.
O pronunciamento foi feito na manhã de ontem na cidade de Nampula, no início de um seminário provincial de avicultores, organizado em parceria com a empresa “Higest”, fomentadora e fornecedora de pintos.
Na ocasião, Jaime Chissico sugeriu a expansão das actividades da “Higest” para os distritos.
Precisamos de combater a desnutrição crónica aqui em Nampula e seria muito útil que esta empresa se aliasse aos pequenos operadores locais, a nível dos distritos, para prover os avicultores dessas zonas de pintos e outros insumos”, disse.
Por sua vez, Valeriano Bonifácio, representante da “Higest” em Nampula, disse que o interesse da empresa é trabalhar para reduzir a importação de frango até à auto-suficiência. “Aumentando os níveis de produção e produtividade chegaremos à auto-suficiência'.
Em 2017, Nampula registou uma produção de 12.500 toneladas de frango e no presente ano já atingiu as 14 mil.

 

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UMA fábrica de processamento de castanha de caju será erguida no próximo ano no distrito de Gorongosa, em Sofala, numa parceria entre o Governo e o Parque Nacional da Gorongosa (PNG). Leia mais

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A Base Logística de Pemba (BLP) poderá estar em condições de receber navios até Janeiro do próximo ano, na província de Cabo Delgado, região nortenha do país.

Com efeito, estão na fase conclusiva os trabalhos de construção da calçada de 375 metros, partindo do continente para o mar, um armazém, vedação de cerca de 13 hectares, que comportam a primeira fase do projecto, além da mobilização de algumas unidades, que vão assegurar as operações.

A primeira fase do projecto está orçada em 150 milhões de dólares norte-americanos.

“O armazém está em 95 porcento da sua realização e seguirá a colocação de painéis solares. O cais flutuante está em mobilização a caminho de Pemba, prevendo-se que para finais deste mês, princípios de Dezembro, esteja em Pemba. Também está sendo embarcado o link bridge, que vai fazer a conexão entre o jet e o gás flutuante”, disse José Daúde, director operacional na empresa Portos de Cabo Delgado, citado ontem pela Rádio Moçambique.

A infra-estrutura será importante para as operações, a serem desenvolvidas pelas empresas envolvidas nos projectos de gás na bacia do Rovuma. O seu projecto foi formalmente lançado em Outubro de 2014, tendo sido mobilizado material para a sua construção, interrompida, no meio de dúvidas, sobre a sua utilização pelas companhias envolvidas nos projectos de gás natural. A obra deveria estar pronta até ao segundo semestre de 2016.

Os consórcios liderados pela italiana Eni e pela norte-americana Anadarko já manifestaram a intenção de usar infra-estruturas, que vão construir no distrito de Palma, cerca de 400 quilómetros de Pemba, para as suas operações de exploração de gás natural, ensombrando a viabilidade da BLP.

Falando durante a Conferência de Conteúdo Local no sector de Petróleo e Gás em Moçambique, que decorreu, em finais de Outubro, em Cabo Delegado, o presidente da ENH, Omar Mithá, sublinhou que a BLP vai manter os direitos especiais que tem na bacia do Rovuma, incluindo a exclusividade sobre uma extensa área, onde se irá situar a infra-estrutura.

A empresa Portos de Cabo Delgado (PCD), constituída pelas estatais Empresa Nacional de Hidrocarbonteos e Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM), é a entidade que detém o direito de gestão do porto, terminais de logística e beira-mar de Palma e Pemba.

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