Director: Júlio Manjate   ||  Directora Adjunta: Delfina Mugabe

O VICE-MINISTRO da Indústria e Comércio, Ragendra de Sousa, afirmou que o Governo está empenhado em eliminar as barreiras à entrada de novos operadores no mercado e geração de condições para atracção de novos investimentos, incremento de emprego e diversificação da economia.

Falando recentemente em Maputo, durante um encontro sobre negócios entre Moçambique e Finlândia, Ragendra de Sousa considerou ainda ser fundamental que as matrizes acordadas com o sector privado para a melhoria do ambiente de negócios sejam cumpridas.

O governante realçou que o sector privado é o motor de qualquer economia e o seu sucesso não depende apenas da sua criatividade, inovação nem gestão, mas, sim, da formulação de políticas e leis criadas pelo Estado e outras condições que facilitam o desenvolvimento da actividade empresarial.

“O Governo está empenhado em prosseguir a simplificação de procedimentos e melhoria da competitividade para tornar o ambiente de negócios mais atractivo para investimentos que permitam a Moçambique assumir uma posição de referência no 'ranking' regional e mundial”, disse.

Intervindo na mesma ocasião, o vice-presidente da Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA),Prakash Prehlad,  apelou aos empresários nacionais para encarrarem o futuro “com prudência e sentido de responsabilidade, tomdando em consideração os desafios que a economia nacional enfrenta e que resultam, em parte, da dependência que os mercados mundiais e a economia real continuam a revelar face aos estímulos monetários.

A fonte considerou ser necessário que Moçambique adopte medidas visando à diversificação da economia nacional, com maior aposta na agricultura, pois, ainda que o país tenhaum manancial de potencialidades económicas, com destaque para a recente descoberta e exploração de recursos naturais, os minerais (carvão e minério de ferro), hidrocarbonetos (gás natural), a agricultura ainda constitui a base de subsistência de mais de 70% da população.

“A CTA almeja o desenvolvimento das empresas que operam em Moçambique e a diversificação da nossa economia e, para o efeito, propõe-se a trabalhar na materialização dos objectivos económicos e empresariais que possam ser desenhados nas parcerias entre os dois países e que possam concorrer para elevar a massa crítica e a competitividade das nossas empresas”, salientou Prakash Prehlad.

Já a embaixadora da Finlândia, Laura Torvinen, disse na mesma ocasião que Moçambique precisa de promover a industrialização orientada para o aumento do nível de exportações e da competitividade.

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