O PROJECTO de Desenvolvimento da Agricultura ou monoculturas para a exportação (ProSavana) poderá ganhar novo dinamismo nos próximos tempos com a conclusão e aprovação, ainda este semestre, do respectivo plano director.

O facto foi anunciado ontem em Tóquio pelo ministro da Agricultura e Segurança Alimentar, José Pacheco, que também garante estarem criadas as condições para que, na campanha 2017/ 2018, se possa contar com este novo instrumento que permite a viabilização dos financiamentos, sobretudo aos pequenos agricultores abrangidos pelo ProSavana, em dezanove distritos do centro e norte de Moçambique.

Falando no quadro da visita que o Presidente da República efectua ao Japão, Pacheco garantiu que os dois países vão passar em revista os compromissos que foram assumidos, o que poderá permitir que o ProSavana avance o mais depressa possível.

Lançado em 2011, reconheceu Pacheco, o ProSavana registou um avanço bastante lento nos últimos anos devido à necessidade de se alinhavarem alguns aspectos que surgiram depois do seu anúncio, constrangimentos entretanto ultrapassados.

Aspectos como a falta de transparência na implementação foram sistematicamente levantados, sobretudo pela sociedade civil moçambicana, mas hoje parecem ter sido ultrapassados.

Aliás, fonte diplomática do Japão em Maputo garantiu ao “Notícias” que os avanços registados nos últimos tempos na implementação do ProSavana já são positivos, acreditando que nos próximos tempo o projecto possa ganhar ímpeto.

Acredita-se que a implementação deste ambicioso projecto de cooperação agrícola entre Moçambique, Brasil e Japão possa transformar rapidamente Corredor de Nacala num verdadeiro celeiro alimentar em Moçambique e reforçar a capacidade de exportar castanha de caju, gergelim e outros produtos alimentares de que a região tem um grande potencial.

José Pacheco explicou que nos últimos anos o ProSavana resultou em ganhos nalguns pilares que compõem o projecto. Na investigação, por exemplo, que é o primeiro pilar, o programa levou à construção de um laboratório de solos em Nampula, que funciona desde 2015.

A instalação desta infra-estrutura permite que as análises que antes eram feitas em Maputo sejam actualmente realizadas em Nampula, não só em benefício do Corredor de Nacala mas também para parte da região centro.

“A segunda componente será a transferência de tecnologia agrária, que também já está em curso; portanto, todo o programa de demonstração de pacotes tecnológicos para agricultura, avicultura e pecuária, no âmbito da transferência de tecnologia, já conta com este apoio”, apontou Pacheco.

A fonte referiu ainda que a terceira componente é a elaboração de um plano director que se acredita possa estar concluído até Junho deste ano.

Com o plano director aprovado, estarão criadas as condições para o início do financiamento dos pequenos sistemas de irrigação para aumentar a produção e produtividade do sector agrário.

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