Director: Júlio Manjate   ||  Directora Adjunta: Delfina Mugabe

A fábrica Cimentos de Moçambique está a produzir abaixo da sua capacidade instalada, em resultado da queda na procura de cimento no mercado nacional.

No ano passado, o conjunto das fábricas da Cimentos de Moçambique disponibilizou 1,65 milhão de toneladas de cimento ao mercado. No entanto, a companhia tem a capacidade para produzir o dobro.

O director-geral da empresa, Jorge Reis, reconhece que o agravamento dos preços contribuiu para a redução do consumo em cerca 25 por cento, mas explica que o reajuste deveu-se, em parte, à desvalorização do metical face ao dólar norte-americano, moeda em que são adquiridas as matérias-primas para o fabrico de cimento, no caso o clínquer, gesso, papel, entre outras.

Segundo a fonte, a contínua valorização do metical face ao dólar norte-americano pode ser determinante para a redução do preço do saco de cimento, o que vai estimular a procura. Jorge Reis estima que, no presente ano, a demanda global de cimento seja de 2.5 milhões de toneladas, quantidade que vai ser provida pela indústria nacional e pelas importações.

“Quanto mais baixo for o preço do cimento, maior serão as nossas vendas e as fábricas estão preparadas para isso. Nós não temos interesse em vender pouco cimento e nem em ter um preço alto, mas sim em ter o preço mais baixo possível”, disse.

A Cimentos de Moçambique, que opera no país desde 1924, por muito tempo deteve o monopólio da produção de cimento.

“A concorrência é bem-vinda desde que todos trabalhemos em pé de igualdade e obedeçamos as normas e regras. Não devemos temer, mas devemos ser melhores que os outros fornecedores”, apontou o director-geral da Cimentos, que entende que o governo deve adoptar medidas proteccionistas de modo a salvaguardar os interesses dos fabricantes nacionais.

Acredita que o conjunto das empresas nacionais pode garantir até quatro milhões de toneladas de cimento, o que não justificaria a opção pelas importações.

“Compete ao governo proteger a indústria nacional. Há que agravar as taxas de importação porque já existe capacidade nacional instalada. Há quatro anos, chegava muito cimento importado, porque a indústria nacional não conseguia suprir a demanda”, referiu.

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