Arrancaesta semana a importação de ovos de incubação para a produção de pintos de um dia a partir da Europa na sequência do banimento, em Junho, da entrada de aves e respectivos derivados vindos de diferentes países africanos.

A interdição de entrada no país ou trânsito de aves domésticas e selvagens vivas, bem como carnes frescas e/ou congeladas destas, a partir da África do Sul, Zimbabwe e Congo, deve-se à eclosão, nestes pontos do continente, de surtos de Influenza Aviária (IA).

A suspensão inclui a importação de pintos de um dia, ovos férteis e de consumo, produtos de origem em aves para uso na alimentação animal ou para fins agrícolas ou industriais.

Face a este cenário, a indústria avícola nacional começa a ressentir-se e para evitar a escassez de frangos o Governo autorizou o recurso ao mercado europeu.

Mário Couto, director geral da Higest, uma das empresas fornecedoras de pintos, rações e medicamentos para aves, disse que a oferta voltará a normalizar-se dentro de duas semanas com a importação de ovos de incubação da Europa.

Contudo, os custos de aquisição e transporte aéreo são o dobro, comparativamente à África do Sul e outros países vizinhos.

Falando ontem durante a visita do ministro da Indústria e Comércio às instalações daquela empresa na Machava, município da Matola, Couto disse que a Higest produz cerca de 230 mil pintos por semana, que são também vendidos aos pequenos avicultores nacionais.

Vale realçar que não obstante existirem produtores industriais de frango de corte, metade do mercado avícola nacional é abastecido pelos pequenos criadores, de acordo com dados oficiais.  

Aquele responsável assegurou que a sua firma ainda não tem problemas de oferta de frango, tendo actualmente 360 toneladas congeladas e mantém a média de abate de 16 a 17 toneladas por dia.

O ministro Tonela disse que após a sensibilização dos produtores para aumento dos níveis de produção, o desafio actual é comercialização.

Neste sentido a Higest adquiriu 1400 toneladas de soja de camponeses de diversos pontos do país para a produção de ração de aves.

Ainda ontem, o governante visitou duas fábricas do grupo MEREC, que produz farinha de milho e trigo, bolachas e massas. A firma possui instalações em Maputo, Beira e Nacala.

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